Empresa é punida em Lins (SP)

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Por ironia do destino, a fábrica teve suas instalações ampliadas recentemente com recursos do BNDES e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)

28/09/2011


Leonardo Wexell Severo
de Campo Grande (MS)


Após uma investigação iniciada em 2009, o Ministério Público do Trabalho (MPT) de Lins, no interior paulista, entrou com ação na Justiça para que a unidade local da JBS Friboi parasse de exigir mais horas extras do que o permitido para atividades repetitivas, ao mesmo tempo em que concedia menos folgas que o necessário. Por ironia do destino, a fábrica teve suas instalações ampliadas recentemente com recursos do BNDES e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A ação civil pública em Lins alertava que as irregularidades seguiam acontecendo de forma contínua e reiterada, tornando inadiável um posicionamento da Justiça. Também foi pedida indenização de R$ 10 milhões para os funcionários que tenham sofrido acidentes de trabalho ou contraído doenças ocupacionais decorrentes da jornada excessiva.

“As limitações de jornada e horas extras, bem como a concessão de folgas semanais, têm como objetivo justamente proteger a saúde e a integridade física dos empregados do frigorífico, haja visto que a continuidade do trabalho em tais condições propicia o desenvolvimento
de doenças relacionadas ao movimento repetitivo no trabalho (LER/DORT), e também aumenta a probabilidade de erro pelo cansaço e fadiga, ocasionando sérios acidentes do trabalho”, afirma o MPT.

A fiscalização constatou que nos meses de abril e março de 2009, a empresa continuava a exigir mais horas extras do que o permitido para atividades repetitivas e concedia menos folgas que o necessário.

Comentários

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Realmente tudo que diz é verdade,agora vai ficar pior com demição de funcionario no local que trabanhavam 3 apenas 1 tem vazendo sozinho  a mentira e tão grande que quando tem auditoria ou visita do ministério que monta um farsa tão grande tudo muito organizado os encaregados ficam em cima dos funcionário coagido para não reclamarem sobre o que esta realmente acontecendo.Os funcionários que estão doentes tem que ficar remanejados com braço quebrado,mancando, com pernas machucado entre outro para não ficar em casa.O médico só sabe dar atenção na época de politica vizando os votos de mais de 1.000 funcionários,fora da politica voce pode chegar morrendo ele só da um remédinho e manda ir trabalhar de novo,não tem liberação para ir para UBS.Contesta os atestados de outros médicos.Isto foi um desabafo espera que o Ministério do Trabalho faça um envestigação mais profunda.

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