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Da redação
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Raquel Rolnik
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Dora Martins
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Editorial ed. 468
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Manifesto da ocupação na USP-Butantã
Tais relatos nos impõe o questionamento: ao que se presta, de fato, a presença policial na USP?
31/10/2011
Manifesto da ocupação na USP-Butantã
Nós, estudantes da USP, organizados no movimento de ocupação e com apoio dos trabalhadores, lançamos este manifesto a fim de nos posicionarmos frente à sociedade sobre o que vem ocorrendo na Universidade de São Paulo.
Há uma política repressora que tem avançado contra aqueles que lutam por uma Universidade pública. As ações da reitoria da USP para aprofundar o processo de privatização tem se intensificado – o que se produz dentro da universidade cumpre, cada vez mais, o propósito de atender aos interesses do mercado em detrimento dos interesses de toda população. Com o objetivo de desmontar o caráter público da USP, a reitoria vem tomando medidas para eliminar as forças de resistência na Universidade. Mais de 26 estudantes, além de vários trabalhadores e professores, estão sendo processados por se manifestarem politicamente, através de processos administrativos que visam a eliminação e demissão da Universidade, e processos criminais que visam a prisão.
Com a justificativa de garantir a segurança, o reitor da USP instaurou, por meio de um convênio, a presença da polícia militar no campus. Com o avanço das perseguições políticas fica evidente que o real objetivo da polícia militar na USP não é o de inibir crimes, mas sim de inibir e combater manifestações políticas e cercear o direito de expressão livre de estudantes e trabalhadores. Num contexto de crise sistêmica do capitalismo, se evidencia, em todo o mundo, o papel da polícia como aparelho armado de repressão aos movimentos sociais que resistem ao avanço da desigualdade e ataques a direitos históricos da população. Na Grécia, durante os protestos contra as políticas de austeridade, os manifestantes têm sido duramente reprimidos. Em Londres e em Madri a situação é muito semelhante. No Chile, um milhão de estudantes vão às ruas exigindo uma educação pública e gratuita, e a violência contra manifestantes é igualmente dura.
No Brasil, os conflitos em 2009 em Paraisópolis, a repressão cotidiana das UPPs aos moradores dos morros cariocas, e as violências policiais contra ambulantes em luta no centro de São Paulo indicam o mesmo sentido da atual militarização da USP: a repressão policial são ataques àqueles que lutam por seus direitos elementares. E essa repressão, destaque-se, é mendaz: a própria ONU, entidade legitimadora do imperialismo, reconhece a polícia brasileira como sendo a que mais mata no mundo.
No dia 08/09/2011, o Reitor João Grandino Rodas, sustentado institucionalmente por um Conselho Gestor antidemocrático (apenas 30 % dos membros representam trabalhadores e estudantes juntos), assinou um convênio com a Polícia Militar. Para mascarar os reais propósitos do convênio Rodas-PM, a reitoria da USP se utilizou de maneira oportunista da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, que ocorreu dentro do campus. O que foi omitido é que no dia do assassinato a PM já estava agindo na universidade – inclusive fazendo blitz em frente ao local da ocorrência. Nos últimos dias, para legitimar as violências ocorridas na USP sem explicitar seu caráter político, também se utilizaram de maneira oportunista do mote do “combate as drogas” para, assim, justificar todo clima de medo que têm promovido dentro da Universidade diariamente. Nos morros do Rio e em todas as periferias brasileiras, a repressão possui a mesma faceta: se utilizam de argumentos como o combate ao tráfico de drogas para atacar as liberdades mais elementares de todo o povo pobre.
O que a mídia não denuncia é que a polícia que enquadra estudantes na USP por porte de maconha é a mesma policia que age com o narcotráfico, recebendo o lucro das vendas com uma mão enquanto reprime com a outra. O que a mídia omite é que a polícia que invade casas na favela e atira em mulheres e crianças com a justificativa de prender traficantes é a mesma polícia que é sócia do tráfico. Isso expressa a hipocrisia de combater o narcotráfico nas universidades e nas favelas, pois os verdadeiros promotores e beneficiados desse mercado, um dos mais lucrativos do mundo, são as industrias farmacêuticas, a polícia, as clínicas privadas, entre outros.
Essa repressão tem avançado, pois a lei vigente que supostamente descriminaliza o porte de maconha só funciona como uma cortina de fumaça, erguida pelo sistema para dificultar o aprofundamento do debate sobre a legalização da maconha e para criminalizar a pobreza, movimentos sociais e ativistas políticos.
A atuação da PM em nosso Campus na última quinta feira (27/10) foi apenas mais um de uma série de episódios de acuação de estudantes e servidores da USP pela PM. Na semana passada estudantes da Escola Politécnica foram abordados dentro de seus Centros Acadêmicos. Na Escola de Comunicação e Arte (ECA) um estudante foi revistado pela polícia com a justificativa, no mínimo estranha, de “olhar feio” aos policiais. Nos últimos meses, não foram poucas as averiguações dentro dos Centros Acadêmicos, o que não impediu um roubo no Centro Acadêmico da ECA, apenas uma semana após a revista da PM no local. No dia que culminou com esta ocupação, professores e estudantes foram abordados e revistados em frente à biblioteca da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH). E nessa mesma faculdade, horas mais tarde, três alunos foram detidos por políciais da ROCAM. Ao tentarem impedir a detenção desses colegas, deliberadamente defendida pela diretora Sandra Nitrini, centenas de estudantes foram atacados com bombas de efeito moral, gás lacrimogênio, spray de pimenta, cacetetes e balas de borracha. Vários estudantes foram feridos. Respondemos como pudemos – ou seja, correndo e arremessando paus e pedras.
O discurso da reitoria tentou justificar a intervenção policial utilizando de maneira oportunista o assassinato de Felipe Ramos Paiva. Outros casos, entretanto, não foram igualmente veiculados pela mídia e pela reitoria – e isso não foi por acaso. Um desses casos foi o da morte do estudante Samuel de Souza, morador do Conjunto Residencial da USP (CRUSP). Ele era negro, pobre, baiano e estudava Filosofia. Samuel morreu dentro da USP por negligência médica da reitoria em relação a uma política de saúde nos campi da USP. Também houve a morte de Cícera, funcionária da lanchonete da Pedagogia, assassinada na favela São Remo, decorrente de uma “bala perdida” disparada pela Polícia. A hipocrisia do discurso da reitoria, que diz combater a violência, fica claro quando sua própria política de precarização foi responsável pela morte do trabalhador terceirizado de limpeza, José Ferreira, em decorrência de um acidente de trabalho.
Tais relatos nos impõe o questionamento: ao que se presta, de fato, a presença policial na USP?
O objetivo real da presença policial é garantir a execução de um projeto de universidade, ostensivamente defendido pelo Reitor João Grandino Rodas. Esse projeto político busca submeter a Universidade aos interesses de empresas e fundações privadas, cujo único objetivo é a maximização de seus próprios lucros: e é por isso que as pesquisas sem viés mercadológico são cada vez mais raras na Universidade. A estrutura que sustenta tal projeto é referendada apenas por um pequeno grupo de pessoas, imerso em relações políticas bastante duvidosas com grandes empresas, fundações e o próprio governo do estado de São Paulo. Com a diminuição da verba para trabalhadores efetivos, o aumento da contratação de terceirizados, e sem garantias de contratação de professores e reposição dos aposentados, a universidade que já é fechada para a maioria da população, em especial pobres e negros, se torna ainda mais exclusiva, elitista e mercadológica sob a administração de Rodas, levada a cabo com a mão repressora da Polícia Cívil e Militar.
Simultaneamente à repressão policial, que ocorre tanto na USP quanto fora dela, a reitoria tenta extinguir os espaços políticos e culturais de organização dos estudantes, como o Núcleo de Consciência Negra, que foi fundado há 23 anos na USP e até o momento não foi legitimado pela universidade, sofrendo com ameaças de demolição do barracão onde desenvolve suas atividades. O CANIL - Espaço Fluxus de Cultura, um dos poucos espaços culturais estudantis da USP-Butantã, sofreu uma tentativa de demolição, que foi barrada pelo conjunto de estudantes. A Moradia Retomada, ocupada devido ao déficit de vagas no CRUSP, continua ameaçada por um mandato de reintegração de posse solicitado pelo Reitor. E o espaço do DCE Ocupado, após reforma, seria re-inaugurado não mais como um espaço autônomo, mas como “Centro de Vivência da Reitoria” – o que foi impedido pelos estudantes. A reitoria tenta silenciar todos os movimentos de resistência da Universidade com uma avalanche de processos. Os processos administrativos baseiam-se no Decreto 52.906, de 1972, Regime Disciplinar instituído sob a égide da Ditadura Militar, que vigora no estatuto da USP como “disposição transitória” há algumas décadas. Segundo este decreto, são considerados atos de “indisciplina” de estudantes, trabalhadores e professores, passíveis da punição, expressa no artigo 248, inciso IV, de “eliminação”, as seguintes práticas: artigo 250 inciso VIII - “promover manifestação ou propaganda de caráter político-partidário, racial ou religioso, bem como incitar, promover ou apoiar ausências coletivas aos trabalhos escolares (greves)” ; inciso IV -“praticar ato atentatório à moral ou aos bons costumes”; inciso II “ (...)afixar cartazes fora dos locais a eles destinados”. As acusações que baseiam os processos tratam ações políticas legítimas como desvios de comportamento e são, ou questionáveis, ou deturpadas. Alguns dos processos foram abertos com base apenas em Boletins de Ocorrência que apresentam, como de praxe, uma versão unilateral dos fatos. No caso dos processos criminais, coloca-se a ameaça de prisão de pessoas com base em acusações forjadas pela Consultoria Jurídica da reitoria para levar a cabo sua perseguição política. As testemunhas em favor da reitoria geralmente são membros das chefias, das guardas ou outros que, tendo vínculos empregatícios com o denunciante, têm seu testemunho enviesado. Esta é uma das maneiras de se produzir as provas falsas. É no mínimo estranho que tenha sido criada, por exemplo, uma delegacia especial para tratar da repressão às ações políticas dos trabalhadores. Lembrando que em 2009 um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores da USP foi demitido por lutar contra a precarização e terceirização na universidade. A reitoria tenta hoje preparar terreno para avançar rapidamente com as punições contra estudantes, trabalhadores e professores dissidentes da ordem privatista que vem sendo estabelecida. Por isso decidimos cobrir os rostos: pela real ameaça de represália política - e não porque somos ou nos sentimos criminosos. Por esses motivos, somos contrários aos processos contra estudantes e trabalhadores e pela revogação completa destes decretos e processos criminais e administrativos! Somos pela revogação imediata do Convênio entre a PM e a USP! FORA PM!
Manteremos nossa ocupação até que todas as nossas reivindicações sejam
atendidas.







Comentários
Anti-manifesto
...a polícia que enquadra estudantes na USP por porte de maconha é a mesma policia que age com o narcotráfico...
Quer dizer que o erro da PM justifica o dos alunos.
Não, meu amigo. Quando vc sairda univ. verá que o mundo lá fora é muito mais cruel do que vc está pensando. Revolucionário foi Che Guevara que nunca se utilizou da máscara do covarde (o anonimato) para defender seus ideais. Me desculpe, mas o que eu ví foi um bando de filhinhos de papai arruaceiros. Reconheço a força dos estudantes no BR, fiz parte dos famosos Caras Pintadas, que lutávamos para tirar um político SUJO do poder e nem por isso invadimos uma repartição pública sequer. Quer queimar sua ponta, faça como todos os nóias que tem por aí, vai para um lugar deserto e torça para não ser pego por um crackeiro e perder até suas cuecas. Aí sim, vc vai ver o quanto a PM que vc desdenha tanto lhe faz falta. É lamentável saber que o futuro do BR está nas mãos de pessoas que fazem "biquinho" quando são contrariadas, mesmo sabendo que estão erradas.
Aconcelho que revejam seus conceitos.
Ass.
Um brasileiro que não teve a oportunidade de frequentar uma universidade.
ESCONDER O ROSTO?
Esconder o rosto por medo de represalia? puta merda !
Entao quer dizer que qualquer aluno que quiser defender um ideal, uma causa ou se é um lider , seja em qualquer ocasiao na universidade, vai ter que ir com o rosto coberto?
isso é coisa de gente covarde, quem ta na chuva é pra se molhar.
Revoluncionarios Gap
Vocês revolucionários Gap estão envergonhando a maior universidade da América latina com esses discursinho revolucionário conspiratorio!!! Se acha ruim proteste, mas proteste com a cara limpa, com democracia não depredando patrimônio publico etc.... E muito menos se intitulando a maioria na USP, ai sao maionese 80mil estudantes não 70 revoltados e 2mil que vão fazer eleição se tem ou não greve de aluno (a maior piada para mim).
Acho que não são os
Acho que não são os "revolucionários gap" que envergonham a maior universidade da américa latina, e sim você, com seu infeliz comentário, que envergonha a nossa população. Vamo pensa se quem tá errado são "os revolucionários gap", ou a PM que te cobra impostos pra lhe proteger dela mesma. Ok? A cara limpa não é possível, pois se os mesmos a mostram, são indiciados por formação de quadrilha, triste né? E aí, quando você perceber que a ditadura está para voltar, não reclame. Você que não quis ver a ditadura no presente. "Os revolucionários gap" erraram em alguns pontos, agindo com a violência, mas será que eles fizeram isso porque queriam? Ou se a violência (infelizmente) não fosse usada, ocorreria uma catástrofe. PM (a nossa PM, aquela que é corrupta até hoje, que reprimem manifestos, que reprimi o país, os verdadeiros capangas do governo) NO CAMPUS É REPRESSÃO.
CONCEBIDOS PELA TV, (por opção)
Após todos possíveis motivos que foram aqui apresentados, fico indignada com ainda como existem pessoas que só VEEM o que querem!No caso, LEEm, né!
Capaz de AINDA perder seu tempo postando que tudo está girando em volta da maconha!
ACORDEEEE com essa hipocrisia, e se desejar ainda assim ficar com ela, tenha pelo menos a vergonha de guardá-la somente a voce!!
Uma vergonha
É exatamente como pensamentos como esse que o Brasil NUNCA vai para frente.
Vão fazer manifestações PASSIVAS! Não é preciso depredar prédios e quebrar as leis. Caso contrário a Polícia tem que agir MESMO! Não pode dar moleza!
QUEREM FAZER MANIFESTAÇÕES SR. ESTUDANTES DA USP? VÃO AS RUAS FAZER MANIFESTAÇÕES PASSIVAS.
OU QUEREM FICAR FUMANDO E BEBENDO? CONTINUEM FAZENDO O QUE ESTÃO FAZENDO.
vcs axam mesmo que é pichando
vcs axam mesmo que é pichando muro e tacando fogo na faculdade que se faz protesto? assim soh vao ser enjaulados e com razao. Respeitem o dinheiro público antes d qualquer coisa, nao pq os politicos do nosso país nao o fazem q devemos imita-los.
Contra-argumentos consistentes, por favor
Em todos os locais onde vi comentários e debates sobre a ocupação da USP, a imensa maioria das colocações contrárias a ela se restringem a dizer "maconha é ilegal", "fumar maconha financia o tráfico", "vá estudar" e coisas afins. Vendo esses comentários depois de ler manifestos e editoriais que colocam que o buraco é muito mais embaixo, e a ocupação não tem como objetivo lutar pela permissão do porte de maconha, mas sim contra a crescente mercantilização da universidade, contra a política antidemocrática e repressora que vem se instalando cada vez mais dentro da instituição, é muito clara para mim a legitimidade desta mobilização estudantil.
Ocupação USP
Parei de ler quando cheguei aqui
"a repressão cotidiana das UPPs aos moradores dos morros cariocas"
Foi nessa parte que percebi
Foi nessa parte que percebi também que talvez esses estudantes, até bem intencionados, talvez, não tenham muita ideia do que estão falando.
lavar a alma
Hoje em dia não existe protesto inteligente.
Meus garotos estudantes, vamos usar a cabeça para coisas úteis. Quebrar, destruir, vandalizar não é base para manifestação.
Procurem semear o bem e desfrutem dos cerebros privilegiados que voces possuem e usem a cabeça.
<!--[if gte mso 9]> Normal 0
Quem financia um “pistoleiro” é responsável pelo assassinato.
Quem financia um político corrupto é responsável pela corrupção.
Quem financia o trafico contribui e é responsável pela violência nas favelas, policiais mortos por traficantes, trafico internacional de armas.
Quem financia o trafico é cúmplice do traficante.
Nos EUA, no tempo da lei
Nos EUA, no tempo da lei seca, o dinheiro de quem bebia uma cervejinha financiava as armas do tráfico de álccol. Hoje não é mais assim. Por quê? Porque os traficantes foram vencidos? Não. Porque o consumo acabou? Não. O problema foi resolvido quando o álcool foi legalizado. Então, se você é contra a legalização da maconha, das duas uma: ou você não bebe uma gota de álcool e é a favor da proibição da bebida, ou é cínico e hipócrita.
Reply
Sim João, quem financia o tráfico é cúmplice do traficante, isso eu estou de acordo.
E é por isso que muitos lutam pela descriminalização, isso mudaria muito não acha?
Tem muita coisa que nós, cidadãos não sabemos.
E se quer saber isso vai continuar por mais alguns anos.
O usuário finacia o tráfico
Bem, se o usuário financia o tráfico, pra mim fica claro que quem paga imposto fomenta a corrupção...
Quanto absurdo reacionário!
Assim como quem bebe
Assim como quem bebe cervejinha no final de semana, também financia milhares de mortes causadas pelo consumo de álcool, seja através de acidentes trânsito, de violência doméstica ou urbana.
Relato
Fiz um relato do acontecido também, pra quem não quer perder os detalhes omitidos pela mídia...
http://caiorearte.blogspot.com/2011/10/conflito-na-fflch-usp-e-ocupacao....
No blog também tem outros textos sobre a ocupação.
Abraços!
Comentario
Proibir FUMAR MACONHA é coibir manifestação polícita?? Deixa eu te falar uma coisa: hoje, no código penal, DROGA ILICITA é crime como qualquer outros, assim como o LATROCÍNIO contra um colega de vocês. Engraçado, não vi nenhuma manifestação contra isso.
Depredar patrimônio público é LUTA??
Vão trabalhar, produzir. Assim vocês contribuiriam para o avanço da sociedade.
Se os alunos querem democracia...
Que façam um plebicito e descubram qual a verdaeira opinião de todos os estudantes a respeito da presença da PM dentro da USP. Pelo que vimnos até agora só uma minoria barulhenta é contra e quer pelo volume de voz representar a todos.
Então que os outros, que não
Então que os outros, que não se sentem contemplados pelas manifestações que estão rolando, que se manifestem também. E não só de braço cruzado, sentado na frente do computador, xingando o povo todo. VÃO PRAS RUAS, OCUPEM!