Alípio Freire lança livro de poemas "Estação Paraíso", em São Paulo
Livro, lançado pela editora Expressão Popular, reúne poemas e escritos do jornalista
12/12/2007
duas rainhas se movem.
Com cautela.”
Na quinta-feira (dia 13), será lançado em São Paulo, o livro Estação Paraíso, do jornalista e escritor Alípio Freire, integrante do Conselho Editorial do jornal Brasil de Fato. O livro, que tem apresentação de Luiz Alberto Sanz e Jorge de Almeida, está sendo lançado pela editora Expressão Popular. É um conjunto de poemas criados e escritos "no interior da dinâmica da luta de classes (da política), no seu sentido mais amplo e profundo em seus mais diversos fronts".
O lançamento será na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na próxima quinta, das 18h30 às 21h30. O livro será vendido a R$ 10,00 e pode ser encontrado na editora Expressão Popular, editora criada por um conjunto de movimentos populares, com o objetivo de produzir livros baratos e de boa qualidade para os militantes e jovens.
Abaixo, leia texto de divulgação do livro.
“A unidade conseguida com o livro não se constitui, entretanto, em um panfleto propagandista, como tampouco se propõe a ser um olhar neutro sobre a realidade em que foi produzida. Tal unidade busca captar a dinâmica e o movimento da matéria, da sociedade, dos homens e mulheres – sujeitos que agiram e agem na história, interferindo e buscando definir seu curso. Nesse sentido, a forma sob a qual essa realidade nos é exposta dá o tom e o teor do posicionamento do autor frente à disputa pelas classes de seus interesses e projetos.
Particularidade e universalidade dialogam ao longo do livro, tanto no que diz respeito ao tempo quanto ao espaço, como também à temática. Passando por temas específicos de sua época, mas que não se fecham em si, suscitam essa ligação com questões objetivas colocadas pelos embates, e caras a todos os que se comprometem com a transformação da sociedade. Cabe ressaltar que este caráter pode não estar explícito nos textos, que em parte não tratam diretamente de lutas, ações revolucionárias ou bandeiras tremulando. Nestes, a questão política se traduz no tratamento dado a experiências de vida, ao movimento da realidade, a partir de um ponto de vista crítico-militante. Diferentemente daquilo que postulam os dogmáticos, a compreensão que Estação Paraíso tem de crítica e militância não se traduz em propagandismo raso. Ao contrário, ela resulta em uma práxis, em um que-fazer político que se traduz em ações e poemas.” (Miguel Yoshida)












