Gripe A: 95% dos pacientes evolui favoravelmente
Mesmo que esteja se trabalhando no desenvolvimento de uma vacina, até o momento, a estratégia, segundo o infectologista argentino Francesco Garabello, é vacinar-se contra a gripe estacional
24/07/2009
IHU On-Line
Médico infectologista e assistente jornalístico no Centro Médico Dr. Daniel Stamboulian, o argentino Francesco Garabello fala, na entrevista que segue, concedida por e-mail para a IHU On-Line, sobre a gripe A (H1N1). Ele considera importante que os meios de comunicação transmitam o que está acontecendo e que possam levar tranquilidade à população. “Por exemplo, nós, os médicos, frente à gripe A (H1N1), devemos enfatizar que é um vírus de fácil difusão, mas que possui um comportamento benigno, dado que mais de 95% dos pacientes evoluem favoravelmente e que, aqueles que apresentam um quadro clínico severo, tomando Oseltamivir precocemente, podem evitar muitas das complicações”.
Confira a entrevista.
IHU On-Line - Quais são as diferenças entre a gripe comum e a gripe A (H1N1)?
Francesco Garabello - Em relação ao quadro clínico, a influenza A (H1N1) é similar a uma síndrome gripal habitual com febre, dores musculares, calafrios, tosse ou dor de cabeça. Estas manifestações são, habitualmente, mais significativas do que na gripe estacional e, além disso, são acompanhadas, muitas vezes, de dor abdominal, náuseas, vômitos e diarréia aquosa. É preciso ter presente, como ocorre com a gripe estacional, que a maioria dos pacientes (mais de 95%) evolui favoravelmente. No entanto, alguns deles podem apresentar dificuldades respiratórias, especialmente as pessoas jovens, com ou sem fatores de risco. Estas situações podem se complicar com a ocorrência de angústia respiratória e com os casos de falecimento. Esta é outra diferença em relação à gripe estacional. É muito importante destacar, com base no que temos aprendido do México e em nosso país, que muitas destas complicações podem ser evitadas mediante o tratamento precoce com Oseltamivir (1), nos pacientes com suspeita de gripe, sem esperar a confirmação do exame em laboratório. Este medicamento deve ser administrado dentro das 48 horas a partir da aparição dos sintomas.
IHU On-Line – Quais os motivos que levaram ao aumento do número de casos de pessoas infectadas por esta gripe na Argentina?
Francesco Garabello - Tal como expressam as publicações internacionais e os especialistas, é muito difícil prever o andamento da doença e os países ou zonas por onde se estende a gripe A (H1N1). Temos visto que, a partir de meados de maio, em muitos países do hemisfério sul, como Argentina, Chile ou Austrália, começou o surto de gripe A, que se difundiu facilmente e que agora está diminuindo em quase todos eles. Por que em alguns países se reduziu mais do que em outros? É difícil explicar e, como dizíamos anteriormente, é difícil prever o curso de um novo vírus pandêmico como este.
IHU On-Line - Quais são as possibilidades de contar com uma vacina que combata esta gripe?
Francesco Garabello – Mesmo que esteja se trabalhando no desenvolvimento de uma vacina, até o momento, a estratégia é vacinar-se contra a gripe estacional. Na Argentina se recomenda, diante de um quadro suspeito de gripe, o distanciamento social e o começo precoce do tratamento com o antiviral.
IHU On-Line - Há casos de mutações da gripe? O que pode ocorrer se o vírus modifica sua estrutura?
Francesco Garabello – Em relação às mutações, todos os vírus podem se modificar. Algumas vezes, mudam totalmente e aparece, então, um novo vírus que, caso se estenda como aconteceu com este, trata-se de um vírus pandêmico. Outras vezes, há algumas pequenas modificações, na estrutura do vírus, que determinam a necessidade de ir adequando as vacinas a estas pequenas alterações. Em síntese, se o vírus muda totalmente, tal como ocorreu com o vírus da gripe A (H1N1), trata-se de um vírus novo e, caso se difunde como esse se difundiu, transforma-se em um vírus pandêmico.
IHU On-Line - Esta gripe tem ocupado um grande espaço nos meios de comunicação. O que representa este tipo de pensamento no campo da saúde?
Francesco Garabello - Considero importante que os meios de comunicação transmitam o que está acontecendo e que possam dar pautas que realmente levem tranquilidade à população. Por exemplo, nós, os médicos, frente à gripe A (H1N1), devemos enfatizar que é um vírus de fácil difusão, mas que possui um comportamento benigno, dado que mais de 95% dos pacientes evoluem favoravelmente e que, aqueles que apresentam um quadro clínico severo, tomando Oseltamivir precocemente, podem evitar muitas das complicações.
IHU On-Line - Esta gripe pode ser tão violenta quanto a “gripe espanhola”?
Francesco Garabello - Ao comparar este vírus com o da gripe espanhola devemos destacar que ele não possui as características estruturais, sobretudo em uma proteína que dá alta virulência ou patogenicidade, que teria o vírus da pandemia de 1918. Por outro lado, os cenários são distintos. Hoje temos antivirais, antibióticos e a possibilidade de tratar os pacientes que se complicam com respiradores e cuidados intensivos.
Diferenças entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)
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2 Robinson - 29-07-2009 - 22:09:09h
Influenza A H1N1NOTA TÉCNICA
Casos humanos de infecção respiratória causada por um novo tipo de vírus da Influenza A, subtipo H1N1 de origem suína foram relatados pelo Center for Disease Control and Prevention a partir de 21 de Abril de 2009. Até o momento,a doença foi detectada em 73 países, com 25,3 mil casos confirmados,dos quais 139 fatais. O novo vírus apresenta uma combinação única de segmentos gênicos que nã o havia sido anteriormente relatada entre vírus da influenza de origem suína ou humana.
Em São Paulo, o primeiro caso de infecção humana causada pela nova estirpe foi identificado em um homem de 26 anos que apresentou os sintomas da gripe ao retornar de uma viagem ao México. O paciente foi internado em 24 de abril no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e recuperou-se plenamente.
Amostra de secreção respiratória deste paciente foi submetida à metodologia molecular rt PCR (reação da polimerase em cadeia em tempo real) com sonda específica para o novo subtipo H1N1 pela equipe do biólogo molecular Claudio Sacchi; sendo o resultado positivo para o novo subtipo viral.
Na sequência da investigação a equipe da virologista Terezinha Maria de Paiva, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo isolou no final de abril a nova estirpe que passou a ser denominada A/São Paulo/1454/H1N1 segundo as normas da Organização Mundial da Saúde. O isolamento viral foi efetuado em cultivo celular utilizando-se as células MDCK com sucesso já na primeira passagem. Na seção de microscopia eletrônica do Adolfo Lutz, Marli Ueda e Jonas Kisielius identificaram várias partículas do vírus a partir da cultura infectada. também na primeira observação.
O isolamento do vírus propiciou o sequenciamento do material genético da estirpe brasileira, experimentos que estão sendo efetuados pela Dra. Cecília Luiza Simões dos Santos do Instituto Adolfo Lutz.
A caracterização molecular inicial da estirpe A/São Paulo/1454/H1N1 envolveu a determinação das sequências nucleotídicas completas de dois segmentos gênicos, o segmento 4, que codifica a proteína Hemaglutina (HA)responsável pela infectividade viral e para a qual são produzidos os anticorpos protetores; e o segmento 7, que codifica as proteínas da matriz (MP) M1 e M2. As sequências completas dos genes HA e MP, as primeiras determinadas para estirpes isoladas no Brasil, estão disponíveis no GenBank, banco de dados americano que compartilha sequências nucleotídicas obtidas mundialmente, que podem ser consultadas por seus respectivos números de acesso: GQ247724 (gene HA) e GQ250156 (gene MP). A análise molecular indicou que, enquanto o segmento 7 do vírus A/São Paulo/1454/H1N1 mostrou-se completamente conservado quando comparado ao da estirpe referencia A/Califórnia/04/H1N1, o segmento 4 apresentou um numero discreto de alterações nucleotídicas e de aminoácidos, com taxas de similaridade em torno de 99, 7 % e 99,5%, respectivamente. A detecção do marcador de resistência a amantadina, constituído pelo aminoácido asparagina (N) localizado na posição 31 (N31) da proteína M2, na estirpe A/São Paulo/1454/H1N1, corrobora os dados da literatura que apontam ser o novo vírus resistente a esta classe de compostos antivirais.
A caracterização genética é fundamental na investigação da epidemiologia molecular do vírus para saber se o padrão viral se mantém ou já se diferenciou dos encontrados em outras regiões do mundo, contribuir para a produção de vacina e avaliação de resposta aos antivirais.
1 dermeval vianna - 27-07-2009 - 13:43:55h
Gripe $uína IIVacina do virus H1N1, e a
pandemia dos espertalhões...
O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Kathleen Sebelius, acaba de assinar um decreto para concessão da vacina, com total imunidade jurídica a partir de qualquer ações que resultam de qualquer nova "Gripe Suína" vacina.
Além disso, os US $ 7 bilhões do governo dos E.U.A.- fast track – destina-se a apressar a produção de vacinas para o mercado, em tempo,com vistas a temporada de Outono, mesmo sem os testes de segurança normais exigidos.
Existe uma outra agenda de trabalho da OMS mas a histeria da mídia na campanha para criar a idéia de pandemia do vírus H1N1,como uma nova ameaça ?
Antes de mais nada, nem da OMS nem o CDC ou qualquer outro organismo científico demonstrou exigida alegada prova científica da existência de um novo vírus, Influenza H1N1, prova essa, que exige que tal vírus seja cientificamente isolado, caracterizado e fotografado com um elétron microscópio, cientificamente aceite como procedimento padrão. Mas ele está sendo usado como base para uma declaração de ameaça de "pandemia" global. A atual campanha oficial pânico sobre o perigo da alegada gripe suína Flu, está rapidamente a assumir dimensões de um romance de ficção científica de George Orwell.
O documento, assinado pela Sebelius concede imunidade para os que tomam uma vacina contra gripe suína, de acordo com as disposições de uma lei de 2006 emergências de saúde pública.
Isso não é nada prudente, tanto assim, que a OMS, em Genebra, aguarda recomendação do Grupo Consultivo Estratégico da OMS acerca das imunizações, antes de declarar a H1N1 Fase 6 ou, como pandemia, e ativar resposta automática de emergência sanitária, cujos programas poderiam ser ativados, mesmo em países como a Alemanha, cujo relato de focos de "suspeitas" H1N1 podem ser contados, atualmente, nos dedos de pouco mais de uma mão.
A OMS também no valor da SAGE é escrutínio. O seu presidente desde 2005 tem sido o Reino Unido, o director de Imunização do Departamento de Saúde britânico, o Dr. David Salisbury. Na década de 1980 Salisbury declaradamente atraiu grande incêndio de um apoio maciço da vacinação de crianças com uma vacina MMR múltiplos fabricados pela empresa antecessora da Glaxo Smith Kline.
Esta vacina foi retirada do mercado do Japão, depois de um número significativo de crianças desenvolverem reações adversas à vacina, e, do governo japonês ser obrigado a pagar indenizações significativas para as vítimas.
Na Suécia, a vacina MMR da GlaxoSmithKline foi removida depois que cientistas ligados aos focos da doença de Crohn teve pouco impacto sobre a OMS, diz SAGE, presidente da Salisbury.
De acordo com um investigador independente britânico, Alan Golding, acerca da liberdade de Informação, que obteve acesso a documentos sobre o caso, em "1986, o Trivirix, um composto que contenha a MMR papeira estirpe Urabe AM-9, foi criado no Canadá para substituir MMR I.
As preocupações relativas à introdução da MMR no Reino Unido são registradas na ata do Grupo de Trabalho Conjunto Pediátrico da British Association e da Comissão Mista sobre Vacinação e Imunização (JCVI) grupo de ligação 26, em junho desse ano.
Essas preocupações revelaram-se bem fundamentadas, uma vez que começou a entrar em relatórios de aumento da incidência de meningite asséptica em indivíduos vacinados. Em última análise, todas as vacinas MMR Urabe contendo a cepa de caxumba foram retirados, no Canadá, no início de 1988. Isso foi antes da Urabe contendo vacinas licenciadas pelo Ministério da Saúde para utilização no Reino Unido ... "
O relatório acrescenta - "Smith-Kline-francês, a companhia farmacêutica que se tornou Smith-Kline-Beecham envolvidos no fabrico britânico nesse momento, estavam preocupados com estas questões de segurança e estavam relutantes em obter uma licença britânica para a sua Urabe-containing vacinas.
Como resultado de sua "preocupação" que as crianças possam ser seriamente danificada por um dos seus produtos, eles solicitaram que o governo do Reino Unido indenizá-los contra possíveis ações legais que possam ser tomados como um resultado de "perdas" associada à vacina, que, por então era conhecida a transportar um risco significativo para a saúde.
O governo do Reino Unido, aconselhado pelo professor Salisbury e representantes do Departamento de Saúde, concordou com este pedido no seu entusiasmo para obter uma vacina MMR mais acessível no mercado. "
Hoje, o mesmo Dr. Salisbury está defendendo proliferação mundial de vacinas contra H1N1, não testadas, também fabricadas pela mesma empresa, agora denominada Glaxo Smith Kline.
O último falso desastre
da falsa suína Flux
A última vez que os E.U. Governo se viram face a um novo vírus da gripe suína foi em 1976. Houve uma campanha de vacinação nacional em que milhares posteriormente arquivados pedidos alegando que sofreram os efeitos secundários dos disparos.
Desta vez, o governo tomou medidas para evitar qualquer possível solução jurídica deve E.U. milhares de cidadãos sofrem complicações graves como resultado de serem dadas testado vacinas.
Em 1976, Presidente Gerald Ford, enfrentando uma difícil reeleição campanha, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, para lançar uma massa de vacinação nacional.
Tal como hoje, com H1N1 Swine Flu, Sencer também utilizou o susto da alegada 1918 pandemia de gripe. Nomeadamente, alguns investigadores defendem que as mortes durante a onda de gripe 1918-1919, no rescaldo da medonho Primeira Guerra Mundial, não chegou a partir de qualquer vírus, mas a partir do governo campanhas de vacinação maciça contra a "Gripe Espanhola". Curiosamente, o Fundação Rockefeller University acabou no meio desses acontecimentos, também.
Casos idênticos a chamada gripe suína foram encontrados em soldados em Fort Dix, Nova Jersey, em 1976, incluindo uma morte. A verdadeira causa da morte do soldado, e atribuída a gripe, deveu-se ao fato de o mesmo ter que seguir em marcha forçada apesar da sua doença, ocasião em que caiu morto. Mas o evento foi utilizado para convencer Sencer pela Ford para lançar um dos mais infames da saúde pública em fiascos E.U. história, um fiasco, em última instância, forçar a renúncia do Sencer como CDC cabeça.
Funcionários federais vacinaram 40 milhões de americanos durante uma campanha nacional. Uma pandemia que não aconteceu, mas tem milhares de fotos arquivadas dos prejuízos, daí decorrentes da chamada Síndrome de Guillain-Barré ou outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram após receberem a vacina, e 500 desenvolveram síndrome de Guillain-Barré, uma inflamação do sistema nervoso que podem causar paralisia e ser fatal. Os E.U. governo foi obrigado a pagar indemnizações às vítimas após a vacinação tornou um escândalo nacional. No final de 1976 a Suína Flu provou muito pior do que a vacina contra a doença. Sencer foi despedido em 1977 para o fiasco, mas até então o dano já havia sido feito.
Não há segurança no Teste? Não se preocupe, seja feliz ...
A história fica pior. Agora que a administração Obama assinou um documento de imunidade de jurisdição penal, a FDA dos Estados Unidos e do Reino Unido e suas autoridades sanitárias decidiram deixar a Big Pharma Vacina colocar produtos no mercado antes dos ensaios das possíveis efeitos secundários nocivos das vacinas são ainda conhecidas.
A primeira dose de vacina contra gripe suína, será dada ao público antes de dados completos sobre a sua segurança e eficácia se tornam disponíveis. O atestado de "pandemia" das vacinas serão repartidos por duas doses de uma maior quantidade, e certa marca irá conter aditivo químico, um adjuvante, para torná-lo "ir mais longe", drasticamente aumentando potencialmente o risco de efeitos colaterais.
As crianças estarão entre os primeiros na fila para os tiros e podem obter a vacina mais de um mês antes de os resultados dos ensaios forem recebidos.
No Reino Unido, o governo do Serviço Nacional de Saúde, SNS, foi condenada a um plano para o pior cenário em que suína aviária pode causar 65.000 mortes durante o próximo inverno, incluindo vários milhares de mortes entre as crianças.
O Governo britânico colocou antecipadamente encomendas de 132 milhões de doses de vacina com dois fabricantes, Glaxo Smith Kline e Baxter, que tenham licenciado "por antecipação" três "core" vacinas em fase de preparação para uma pandemia, convenientemente suficiente, embora somos informados pela OMS e epidemiologistas que não podemos preparar antecipadamente para o que poderia ser uma mais ameaçador mutação do H1N1 atualmente muito leve problema.
Curiosamente, um ano completo antes de qualquer caso relatado do actual alegada H1N1, a principal companhia farmacêutica, Baxter, apresentado por uma patente de vacina contra H1N1: Vacina Baxter Patent Application E.U. 2009/0060950 A1.
A sua aplicação e composição ou, a vacina contém mais de um antígeno, como, a influenza A e influenza B em especial selecionados a partir de um ou mais dos humanos H1N1, H2N2, H3N2, H5N1, H7N7, H1N2, H9N2 , H7N2, H7N3, H10N7 subtipos, do suíno aviária H1N1, H1N2, H3N1 e H3N2 subtipos, do cão ou cavalo gripe H7N7, H3N8 da gripe ou subtipos H5N1, H7N2, H1N7, H7N3, H13N6, H5N9, H11N6, H3N8 , H9N2, H5N2, H4N8, H10N7, H2N2, H8N4, H14N5, H6N5, H12N5 subtipos. "
O pedido declara ainda, "Adequado adjuvantes podem ser selecionados a partir de minerais gel, hidróxido de alumínio, superfície, substâncias activas, lysolecithin, pluronic polióis, polyanions ou emulsões de petróleo, tais como água, óleo ou óleo em água, ou uma combinação dos mesmos. Claro que a seleção do adjuvante depende do uso pretendido, V.g., toxicidade, e pode depender do destino e do organismo, e pode variar de nenhuma toxicidade para a alta toxicidade ".
Com nenhuma responsabilidade legal, pode ser que Baxter está se preparando para vender centenas de milhões de doses altamente tóxicos contendo hidróxido de alumínio como adjuvante? Talvez seja hora de exigir que todos os principais funcionários da OMS, SAGE e CDC, os E.U.A., de Obama e da Administração de Gabinete, deveriam recomendar que todos os funcionários deveriam ser os primeiros a tomar a dose completa de vacinas contra H1N1, antes de desencadear sobre o público.
Devemos acrescentar à lista de sugestões de primeira receptores todos os membros do Congresso que votaram a $ 7 bilhões H1N1 fundos de emergência e que ter ido junto com a declaração da empresa farmacêutica imunidade à posterior repressão de danos decorrentes de seus produtos. Eles não a população em geral deve ser o primeiro humano Guiné Suínos de tomar a nova vacina disparos. Podemos então observar os resultados.
A mesma deve ser aplicável também para os governos nacionais e outras agências relevantes da saúde dos seus cidadãos exigentes tomar a vacina da GlaxoSmithKline H1N1 ou Baxter, para ver se é realmente segura.
E mesmo que deixaram de monitoramento H1N1
Outra indicação de que o mundo está a ser tomadas para colossal otários OMS em todo o Flu Suína assustas cenário, a própria OMS, o mundo instância encarregada de controlar surtos das chamadas pandemias ou mesmo epidemias em todo o mundo, acaba de decidir parar de monitoramento Suína Flu (A Influenza H1N1 ou como eles preferem nome agora, para não ofender Smithfield Foods industrializados e outros produtores de suínos CAFO).
A Organização Mundial de Saúde, em uma "nota" postado em seu site postou enlouquecedor o aviso de que deixariam de monitorar surtos de H1N1. A última atualização OMS, emitido em 6 de julho, apresentou 94.512 casos confirmados em 122 países, com 429 mortes. A OMS afirma que aparentemente o número de casos confirmados de laboratório, foram realmente sentido.
A nota disse países continuaria a ser convidado para relatar seus primeiros casos confirmados. Ele também disse que os países devem olhar para clusters de mortes, o que poderia indicar que o vírus havia mutado para uma forma mais letal. Outros "sinais de estar vigilante para," ela disse, foram pontas em absentismo escolar e vagas em visitas hospitalares.
O CDC Atlanta concordou também com a OMS count gota. O Dr. Michael T. Osterholm, diretor do Center for Infectious Disease Research and Policy da Universidade de Minnesota, admite que os actuais testes para confirmar Influenza H1N1 Uma nem sequer são certas, mas sim bater-ou-miss. "Bad medidas não pode ser pior do que em todas as medidas", afirmou.
Assim, a OMS decidiu largar testes que mesmo assim não deu uma imagem de quem tinha científicos H1N1 ou não, e tão bem que decidiram largar contando quaisquer resultados dos ensaios ou casos de H1N1 em todo o mundo com o comentário de que "podemos assumir quase todos os casos são Suínos aviária H1N1. "Isto é suposto ser ciência com base no qual somos informados de vacinar os nossos jovens? Whoah lá ... Não com os nossos filhos.
F. William Engdahl autor de Full Spectrum Dominance: democracia totalitária na Nova Ordem Mundial.Sitio, Globalreasarch. Tradução, de, Dermeval Vianna.