23 de maio - Nenhum Direito a Menos
Protestos e bloqueios de rodovias em 14 Estados
Durante a Jornada Nacional de Luta Unificada, organizações populares bloqueiam rodovias e fazem atos no Pará, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Veja um resumo das mobilizações
Notícia
Manifestantes enfrentam a chuva e cassetetes
Continuar a unidade e aglutinar mais trabalhadores
MST faz ato contra criminalização dos movimentos sociais no RJ
Em Pernambuco, bloqueio de estradas e ato contra retirada de direitos
Em Minas Gerais, unidade da esquerda, repressão da direita
Dez mil trabalhadores protestam em Brasília "por nenhum direito a menos"
Marcha em Curitiba defende direitos trabalhistas
Em SP, professores protestam na Assembléia Legislativa
No Mato Grosso, estudantes protestam contra aumento da tarifa de ônibus
Rio de Janeiro: polícia prende cerca de vinte sem-terra
Na Paraíba, trabalhadores fazem ato contra as reformas
Em frente à Fiesp, contra a Emenda 3
MAB mantém ocupação de hidrelétrica; Exército está no local
Em SP, manifestantes param Via Dutra por 1 hora
Bloqueio de estrada interrompe acesso ao porto de Santos
Protestos em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais
Rio Grande do Sul: paralisações de fábricas e bloqueio de estradas
Protestos e bloqueios de estradas em doze Estados
Interromper o pagamento das dívidas interna e externa
No Rio Grande do Sul, protestos no campo e na cidade
Atividades previstas nos Estados
A importância da jornada de 23 de maio
Desempregados começam a jornada de luta unificada
Em Brasília, defesa por direitos e pela reforma agrária
São Paulo: protestos contra a reforma da Previdência do Serra
Trabalhadores vão à luta no dia 23
Professores fortalecem ato do dia 23 no Mato Grosso
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Entrevistas
Frente única em defesa dos trabalhadores
O sindicalista João Batista Lemos (CCS) relaciona as ameaças aos direitos dos trabalhadores e defende a construção de um projeto nacional com a valorização do trabalho e da soberania do país
União e luta contra as reformas
Índio, da Intersindical, aponta a resistência ao caráter neoliberal do governo como ponto de contato entre os movimentos sociais
Superar a fragmentação da esquerda
Zé Maria (Conlutas) afirma que o ambiente político atual é favorável para os trabalhadores enfrentar o caráter neoliberal do governo
Unidade é fundamental para as transformações
Sônia Coelho (Marcha Mundial das Mulheres) afirma que apenas com mobilizações conjuntas do movimento de massas, políticas públicas poderão ser alteradas em favor da maioria da população
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