You are here: Home Agência Brasil de Fato Nacional As contradições do etanol
Document Actions

As contradições do etanol

by jpereira last modified 2007-09-29 05:48

Governos de Brasil e EUA negociam expansão da produção do etanol, a partir da cana-de-açúcar, e ignoram os custos ambientais e sociais do crescimento da monocultura

Governos de Brasil e EUA negociam expansão da produção do etanol, a partir da cana-de-açúcar, e ignoram os custos ambientais e sociais do crescimento da monocultura

Leia mais:

Um combustível para a
exploração do trabalho no campo

O mito dos biocombustíveis

22/02/2007 

Eduardo Sales de Lima,
da redação

O presidente estadunidense, George W. Bush, desembarcará no Brasil, em 8 de março, entoando a necessidade de ampliar os negócios do etanol (álcool combustível) entre os dois países. Além do conteúdo geopolítico do seu giro pela América do Sul – a tentativa de isolar Hugo Chávez (Venezuela) e recompor a influência estadunidense na região –, Bush apresentará ao presidente Lula uma proposta para colocar o Brasil ainda mais na órbita da economia estadunidense: a criação de um mercado global para o etanol.

Bush está propondo que os Estados Unidos reduzam o consumo de gasolina em 20% até 2017 e sugere uma parceria estratégica com o Brasil neste sentido. A iniciativa animou o governo brasileiro e, de certa forma, está em sintonia com os esforços de ampliar as exportações por meio do agronegócio. Não é de hoje que diplomatas tentam reduzir as barreiras na Organização Mundial do Comércio (OMC) para vender o açúcar e de álcool. Estados Unidos e Brasil possuem as duas maiores empresas produtoras de álcool: ADM e Copersucar, respectivamente.

A idéia da parceria, como era esperado, foi bem recebida pela mídia corporativa e agradou os setores conservadores. Para os Estados Unidos, a expansão do uso do etanol poderia representar um contraponto ainda à dependência do país de combustíveis fósseis. Segundo afirmaram integrantes do governo Bush, seria uma forma de contrabalancear a força política que estão demonstrando países com fartas reservas de petróleo e adversários das políticas estadunidenses, como Venezuela e Irã.

Noves fora o xadrez geopolítico, especialistas ouvidos pelo Brasil de Fato denunciam o custo social e ambiental da expansão da monocultura de cana-de-açúcar - algo que, aliás, remete ao processo colonizatório do país. "O impacto será grande. Estão previstas dezenas de usinas, com destaque para a porção Oeste do Estado de São Paulo e, especialmente no Pontal do Paranapanema, onde as terras são baratas pelo fato de serem griladas", avalia o geógrafo e coordenador do Grupo de Trabalho Desenvolvimento Rural do Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (Clacso), Bernardo Mançano Fernandes.

Cultura em expansão

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, entre os anos 2005 e 2006, a área plantada passou de 5,62 para 7,04 milhões de hectares plantados, e a produção, de 420 para 460 toneladas de cana-de-acúcar. Segundo a União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (UNICA), a produção da planta aumentará cerca de 50% durante os próximos seis anos. Até o 2012, devem ser construídas mais de 70 usinas por todo o Brasil, sendo a maior parte em São Paulo. Atualmente, existem 363 cadastradas no país. São Paulo aparece com 170, seguido do Paraná, com 29 e Pernambuco e Alagoas, que contabilizam 26 usina cada.

 "Historicamente, a produção de açúcar está associada com o trabalho escravo de índios e negros", afirma Plácido Júnior, coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Pernambuco. Segundo dados da Comissão Pastoral do Migrante (CPM), desde 2004 foram 15 óbitos, só no estado de São Paulo. A maioria é de migrantes de Minas Gerais e do Nordeste, quase todas relacionadas ao excesso de trabalho em usinas e canaviais. (Leia mais aqui sobre a Exploração do trabalhador na cultura de cana-de-açúcar)

"Em Pernambuco, 18 famílias controlam toda a produção de cana. Juntas, acumulam 4 bilhões de dólares de dívida pública", denuncia o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Pernambuco, Plácido Júnior. Para Bernardo Mançano, a territorialização da cana criará uma nova questão agrária. "A luta pela reforma agrária vai se expandir em luta pela defesa da agricultura camponesa e esta em uma luta territorial, para defender as terras do poder destrutivo do agronegócio da cana. Hoje o setor da cana controla cinco milhões de hectares. Poderá dobrar esta área", adverte Mançano.

A monocultura e a manutenção do poder dos grandes empresários do setor em detrimento da agricultura familiar têm tudo para crescer. O interesse dos Estados Unidos pode acarretar também um processo de desnacionalização do setor. Figuras como o fundador da Microsoft, Bill Gates, os donos da Google, Larry Page e Sergey Brin, e o investidor húngaro George Soros estão dispostos a investir pesado nas usinas de cana, de acordo com a Revista Exame.

Mais latifúndios

"Sem dúvidas, com a territorialização da cana, ocorrerá uma intensificação da concentração de terras. Isso vai significar a expropriação de milhares de pequenas propriedades", aponta o geógrafo. Para ele, o poder do agronegócio da cana reúne as vantagens necessárias para sua expansão: cria as regras e controla as políticas da produção. "A única coisa que pode abalar esse processo é a crise econômica do próprio setor sucro-alcooleiro, principalmente em escala internacional. Todavia, acaba de sair de uma crise e se encontra em ascensão com as perspectivas de crescimento dos mercados de biocombustíveis", explica o membro da Clacso, ressaltando que tal setor só pode ser comparado à monocultura de árvores quanto a sua rentabilidade.

O fato é que a força política dos empresários sucroalcooleiros influencia os governos. Segundo Mançano, a expropriação das pequenas propriedades tende ser interpretada como uma etapa natural das transformações da agricultura. "É preciso repensar esse processo, construir leituras que demonstrem as condições expropriatórias e intensamente destrutivas do agronegócio da cana", afirma o geógrafo.

A terceirização da produção de cana-de-acúcar é outro aspecto crítico. Segundo a socióloga Maria Aparecida de Moraes Silva, enquanto as usinas antigas também possuem as terras do plantio, as atuais arrendam-nas. "Essas usinas que se instalam, inclusive as estrangeiras, financiadas pelo BNDES com juros baixíssimos, não compram terras, só a planta industrial. Há pequenos, médios e grandes fornecedores", diz a socióloga. Segundo Aparecida, é comum no Estado de São Paulo, ao lado do fornecedor proprietário, a figura do arrendatário, responsável pela produção da cana-de-açúcar.

Bernardo Mançano acredita que a terceirização das terras pode contribuir para a intensificação da concentração nas mãos dos grandes latifundiários, mas que as velhas oligarquias estão deslocadas do processo de formação do agronegócio. "Elas podem persistir na pecuária, mas não na cana, podem ganhar com o arrendamento da terra, mas isto não lhes dá mais poder, apenas garante sua manutenção", explica o membro da Clacso.

Meio Ambiente

Já os impactos ao meio ambiente estão sendo ignorados pelos que defendem a substituição do petróleo pelo álcool combustível como medida para reduzir o aquecimento global. Um dos processos de produção mais comuns é a queima da palha do canavial, para facilitar o corte manual e aumentar a produtividade do cortador de cana. Essa prática reduz custos de transporte e aumenta a eficiência das moendas nas usinas. No entanto, a queima libera gás carbônico, ozônio, gases de nitrogênio e de enxofre (responsáveis pelas chuvas ácidas) e provoca perdas significativas de nutrientes para as plantas, além de facilitar o aparecimento de ervas daninhas e a erosão. Como opção às queimadas, responsáveis por boa parte das mortes dos cortadores por meio da inalação de gazes cancerígenos, a mecanização pode ser extremamente prejudicial ao solo, pois o comprime, não permitindo a entrada de oxigênio.

Os efluentes do processo industrial da cana-de-açúcar também prejudicam a natureza. Sem o devido tratamento, os dejetos lançados nos rios comprometem a sobrevivência de diversos seres aquáticos "Hoje, nem os mananciais dos rios preservados", atesta Aristides dos Santos, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco (Fetape). Ele afirma que praticamente toda a Mata Atlântica nordestina foi dizimada pelos donos dos canaviais. "Na entresafra, queremos que o governo do Estado de Pernambuco, comece a trabalhar nas áreas de mananciais com os trabalhadores desempregados em atividades de proteção ambiental", completa. Além disso, como toda monocultura, a plantação da cana em larga escala diminui a diversidade biológica e empobrece o solo.

As contradições do etanol

Posted by Rafael at 2007-02-27 18:19

Olá. Gostei da materia, mas, como alguem ligado à agricultura, recomendaria um cuidado com alguns pontos, que podem desbancar um pouco alguns argumentos da tese defendida. É fato q a pratica da quimada está sendo gradativamente diminuida, para ser proibida em alguns anos, e que as maquinas empregadas na colheita da cana verde não provocarão tanto dano ao solo, pq são feitas para nao causar compactação. Quanto aos outros aspectos, estou de acordo com todos.

mecanização da colheita da cana de açucar

Posted by wanda c.lodi at 2007-06-10 22:34

estudei este assunto durante dois anos e a minhas conclusões são de que não existirá no futuro bem próximo pessoas suficientes para cortar tanta cana, isso é fato, por outro lado o aquecimento global, os rios contaminadas, as matas ciliares agradecerão o fim das queimadas assim como solução para os problemas respiratórios que causam as queimadas, gerando um custo enorme ao sistema de saúde brasileiro tudo isso em nome do etanol

Trabalhadores dos canaviais

Posted by Anne at 2007-08-08 14:54

Com base em quê estudos você conclui que não haverão pessoas o suficiente para este trabalho?

Grata, Anne

etanol

Posted by rafael augusto F.Rosa at 2008-03-19 19:42

com baze em vario relato qe eu li e ouvi.

etanol

Posted by jajaoaodocúpreto silva at 2008-03-27 16:38

seu cu de burro o etanol é um tipo de maconha

etanol

Posted by greg ostentag at 2008-06-13 11:57

e você e bem burrinho por que em vez de fuma se pa vc cheira ma maconha pra ve se da um grauuuuu entaoooo por que você não da uma lida seu burro pr a não falar tanta merdaaaaaaaaa........ isso e mais um concelhooo do que uma tiração seu bosta.......

As contradições do etanol

Posted by Blasco Miranda de Ourofino at 2007-02-27 19:59

Todos sabemos como se desenvolve a agricultura no Brasil. país sem leis ou com leis ambientais sempre desrespeitadas.Tanto a cana de açucar como a SOJA saõ culturas feitas em áreas totalmente desmatados, inclusive com o aterramento e destruição das nascentes.Isto é o óbvio e assim continuará independentemente do capital multinacional. Entretanto sabe-se que o biodiesel e o alcool são as energias RENOVÁVEIS do presente e principalmente do futuro, não poluentes e que quem dominar sua tecnoloigia, como já disse Rokefeler sobre o petróleo a um século atrás- dominará o mundo.Se temos a terra, o sol, a tecnologia,trabalhadores capacitados, o capital (Petrobrás com 27 bilhões de lucro líquido), porque e a título de que o Lula vai dar de mão beijada sociedade para o capital especulativo estrangeiro uma parceria de que absolutamente não necessitamos? Pensamos que esta "infeliz" parceria fere desastrosamente os interesses econômicos brasileilros. Se podemos ser soberanos, porque disto abdicar? Já não bastam as PPP, as licitações dos poços petrolíferos,etc.etc? Atenciosamente Blasco Miranda de Ourofino

Energia não poluente?

Posted by evania at 2007-05-03 20:58

Não há muito benefício na produção desse tipo de energia, é evidente o efeito que isso vai causar na atmosfera,e no planeta consequentemente, e se essa produção agrava a situação do nosso planeta é lógico que ninguém sai ganhando com isso! Não sou contra a substituição do petróleo pelo biocombustível, ao contrário, até a favor. O que não dá para aceitar é a desculpa de que esse tipo de energia é não poluente quando na verdade o meio ambiente não é o dono do lucro!!!!

As contradições do etanol

Posted by Angelika Berndt at 2007-02-28 07:40

Acho interessante que na discursão sobre a produção de etanol e o combustível do futuro não se discute o impato humanitário. Os métodos do cultivo em muitas partes do país não mudaram muito deste os tempos da escravidão. Os trabalhadores catadores da cana de açucar continuam extremamente explotados e sabemos que esta explotação inclue hoje casos de trabalho escravo e de mortes de catadores de cana de açucar por esgotamento físico. E esta mão de obra barata e de fácil accesso é garantido pelo falta de alternativa de vida, já que a expansão da monocultura em muitas partes é feita atravez da expulsão e destruição dos pequenos sitios. A verdade do conbustível alternativo e sustentável é que nesta sua realidade ele é só economicamente fiavél na explotação total dos trabalhadores e das populações locais.

Sobre etanol e vinda do Bush

Posted by Claudia Azevedo at 2007-02-28 10:46

Extraído do jornal Opinião Socialista:

O objetivo oficial da visita é discutir parcerias no uso de etanol e de biocombustíveis, que poderiam ajudar a reduzir as mudanças climáticas. No entanto, conforme o jornal Valor Econômico de 5 de fevereiro, o governo Bush não tem interesse em reduzir o protecionismo relativo à indústria de álcool em seu país. Um desses mecanismos, por exemplo, é uma tarifa que encarece a importação e foi prorrogada até 2008. Além disso, Bush declarou que o etanol deve ser produzido a partir do milho, como nos EUA, e não a partir da cana, como ocorre no Brasil. Essa postura torna evidente que “negociação” e “parceria” são apenas retóricas na agenda dos representantes de Bush.

De fato, os motivos da viagem são mais amplos do que o debate sobre o etanol. Na verdade, preocupados com a onda de esquerdização na América Latina e pressionados pela oposição democrata e pela opinião pública, os Estados Unidos pretendem traçar uma agenda comum com o Brasil para, a partir daí, recuperar a influência na região. Para isso, um momento decisivo será a reunião entre Lula e Bush, ainda no primeiro semestre de 2007, em Washington, e que deve estar na pauta das conversas dos dois emissários com o governo petista.

Criticas infundadas

Posted by Telmo Heinen at 2007-03-07 14:57

Há muitas criticas infundadas Milho e não Cana, porquê? Ora, a cana lá morre tudo de frio gente!!!! Na Flórida, onde eles tem laranjais, também tem cana que eles usam para fazer açúcar. Além disto, para fazer álcool de milho, primeiro eles fazem XAROPE - Veja aí no Supermercado da sua cidade se não tem glicose de milho à venda... O difamado imposto de importação, quanto é? US$ 0,54 por galão de 3,784 litros e mais um percentual de 2,5 % do negócio. São menos de R$ 0,30 por litro Não há exagero nisto.

Porque acreditar 100% nas reportagens da VEJA e EXAME ? No Valor Econômico ?

Bota uma coisa na cabeça: Este tipo de órgão de imprensa prefere noticiar a mordida da criança no cachorro e não o normal. Captou?

Se em tudo quanto é assunto que você é ENTENDIDO eles cometem erros, gafes, enganos e enganações, naqueles que você não entende é a mesma coisa.

Convença-se: Para os jornalistas NÚMEROS são sempre uma "Má Temática"

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br

País do plantation

Posted by João Paulo Rabello at 2007-03-07 21:16

Sem dúvida o artigo ilustra muito bem a complexidade em trabalhar questões agrárias, políticas e fundamentalmente sociais. A vinda de Bush ao Brasil levanta muitas controvérsias e contradições, mas pode-se assegurar que os propósitos de um homem que serve como pilar de sustentação para uma guerra sem sentido, não devem ter consistência diferente dos propósitos almejados para o território latino. E Lula, complacente diante da avidez neo-liberal, dará continuidade ao seu projeto de país, como uma grande potência agroexportadora, política essa mantida por décadas, desde colônia, servindo neste caso como uma fonte de materias-primas, madeira e minérios; posteriormente, já República, com o café e a cana-de-açucar, e ainda se mantendo dentro da mesma lógica de capitalista, onde latifundiários e o grande capital avassalam interior a dentro, provocando as conhecidas endemias - miséria no campo, êxodo rural, crescimento da favelização nas cidades, ou seja, a continuidade a pobreza e injustiça social. E, o mais incrível é ver a reprodução de um modelo da era do Brasil agrário da década de 20. A pergunta é: O mercado de etanol é benéfico para o Brasil? A primeiro momento pode-se pensar que sim quando se fala em maior circulação de capital no país, mas no entanto, esse capital proporcionará benesses apenas para quem tiver condições de reproduzí-lo, ou seja, os ricos. O aumento do superávit, graças a uma acentuada espoliação dos pequenos agricultores e os mais pobres, e sem dúvida a um alto custo dos nossos ecossistemas brasileiros, como já foi a Mata Atlântica com o café e a cana, é agora o Cerrado e o Pantanal com a soja e o gado e a Amazônia com a madeira. Todas essas políticas excluem o que o Brasil tem de rico. Técnicas alternativas de (agri)cultura, reestabelecimento do homem com o seu meio, sistemas agroflorestais, cooperativas, todas essas chamas que estão na contra corrente imperialista, buscando através de uma nova cosmologia e perspectiva de sujeito a construção de uma sociedade mais equânime e que não queira ser "uma potência", mas sim um personagem para um novo paradigma da sociedade.

Critica

Posted by Helene Cavalcante at 2007-04-24 17:15

Sou contra o Etanol, quanto à sua exportação, pois pode ate ser que o Brasil se desenvolva economicamente, mas quem vai crescer é apenas a burguesia, enquanto nós de baixa classe continuaremos na miséria, às vezes até pior tendo que tabalhar como escravos, sendo que isso vai apenas colaborar para a desigualdade, sem contar com a nossa terra que ficará totalmente desgastada, simplesmente fica a questão: Será que a exportação do etanol é tão necessária?

a favor do etanol

Posted by José Augusto de Paula at 2007-07-27 17:49

Sou favoravel,somos o pioneiro no etanol combustivel, é a chance do Brasil ter um produto de aceitação no mundo todo e poder ter mais um produto agricola a ser comercializado no mundo, uma vez que somos um pais mais voltado p/ a agricultura, e a cana traz uma fartura de mão de obra, ainda é mau remunerada, mas com a exportação do etanol pode reverter p/ uma maior remuneração p/ o serviço de mão de obra no corte da cana. Acredito que o paiz e nós Brasileiro vamos ganhar muito com mais esta opição.

etanol

Posted by gabriela at 2008-03-13 17:54

ñ entendi nada nadinha mesmo

etanol

Posted by eduarda at 2008-03-13 17:53

etanol e legal tocar nete asunto

etano

Posted by doidao at 2007-04-21 12:41

não intendi nada

etanol

Posted by guilherme at 2007-04-24 14:45

então tu é um baita burrrrrro!!!!!!

q q é isso?!

Posted by Evania at 2007-05-03 21:03

Amigos, Não sejamos tão ignorantes! Antes de se fazer quaisquer comentários leiamos e buscamos compreender o assunto!! Melhoras tá!

trabalho

Posted by aleksfd@yahoo.com.br at 2008-03-26 22:35

leia urgente

etanol

Posted by greg ostentag at 2008-06-13 12:09

seu besta o assunto abordado em questão é o etanol nâo o etanooo seu xucro.............

etanol

Posted by Nagib Abdala Filho at 2007-03-26 18:51

Perguntas que INCOVENIENTES: Será que nunca conseguiremos vencer a praga de sermos eternamente a roça do mundo? Será que os que restam como nossos trabalhadores rurais não conseguirão suas cartas de alforria, pemanecendo como eternos escravos? Será que nunca conseguiremos que os benefícios dos investimentos na área retornem a favor do povo brasileiro? Será que conseguiremos, à exemplo da soja, limitar a expansão das áreas de plantio? Quem irá fiscalizar isso? o IBAMA (que não consegue limitar nem as queimadas?). As polícias (que não conseguem reduzir o tráfico, os assassinatos, etc.?)Os parlamentos, que só conseguem votar leis de aumento salarial para sua corporação? O judiciário, que não consegue dar vazão nem a seus processos? O Executivo, que não consegue executar nem as políticas públicas que são a razão de ser de sua existência? Afinal quem serão os grandes beneficiários da expansão do etanol? Os usineiros que a troco de alguns US$ estão vendendo suas usinas para o Fundo Brazil Energy, administrado pelo assecla Henri Phillip Reischstul (ex-Petrobrás) e que conta com o capital de nada menos que James Wolfenson (ex-Banco Mundial); Vinod Khosla (Sun Microsystems), estrela entre os capitalistas de risco do Vale do Silício; Steve Case (America Online. Para onde irá a grana resultante deste investimento? SEREMOS O PAÍS DO ETANOL DA MESMA FORMA QUE NIGÉRIA É DO PETRÓLEO E ANGOLA É DOS DIAMANTES. QUEM VIVER VERÁ.

A exportação de Etanol

Posted by Carla at 2007-05-26 17:16

não é possivel que ainda acreditem que Bushj nos vê como amiguinhos e parceiros. se os EUA podessem, concerteza nos escravizavam. ou vcs axam que eles nos colocam la no topo como nós os colocamos?! tcs tcs tcs..pobre de quem pensa assim. eles só querem retirar o que é nosso, talvez deveriamos pensar em ficar com o etanol aqui. nos abastecer primeiramente pra depois dar o que "sobra" aos demais.

problemas causados pelo etanol

Posted by Paula at 2007-05-26 17:18

  • etanol é como qualquer outra fonte enrgetica que polui o meio ambiente. mas é essa fonte que temos potencial de desenvolver para complementar o uso do petroleo.

etanol

Posted by ana carolina at 2007-04-23 08:53

  • etanol sem duvida sera um grande ganho p o BRASIL em sentido financeiro; porque sera pessimo p o meio ambiente aumento de chuvas acidas mais danos a camada de ozonio e por ai vai. isso precisa ser bem estudado.

Etanol = Petroleo???

Posted by Alex Ferraz Salvador/BA at 2007-05-04 10:09

Com politicas de proteção ambiental bem extruturadas e controle sobre os latifundios e trabalhadores, a cultura da cana de açucar, para proveito no Etanol, pode ser sim bem aproveitada se, como eu pude acompanhar nos jornais, o investimento for feito pela Petrobras. Ja que a Petrobras conseguiu tornar-se a maior empresa brasileira no ramo petrolifero com responsabilidade ambientais, por qual motivo uma empresa não pode crescer (de forma limpa, ou seja, sem prejudicar natureza e ou trabalhadores) ao ponto de tornar-ser tambem, em alguns anos tão grande, poderosa e principalmente NACIONAl como a Pretrobas????

Grato, Alex Ferraz alexafro@hotmail.com

etanol

Posted by luis at 2007-05-11 16:43

parabens pela materia presisamos de pessoas conciente como vc para o pais ir para frente

plantações de cana de açucar

Posted by bruna at 2007-05-15 14:50

gostaria de saber qual a solução para plantar cana sem prejudicar as outras plantações como soja...

etanol, grande fonte de energia alternativa

Posted by adriano pecenin at 2007-06-08 15:01

considero como sendo uma grande fonte de energia renovável sim, pois, além de ser menos poluente(sua queima libera menos CO2)sua industrialização é muito mais barata, muito menos poluente, e as plantaçãoes de cana ajudam ainda com sequestradores de Co2, ois no processo da fotossíntese que a planta reaiza ela abosrve o co2 do meio para a transformação de ENERGIA para seu próprio consumo, por issso resebe o nome de autótrofas

Etanol

Posted by Jacqueline at 2007-06-16 09:47

Mesmo sendo grande fonte de energia renovável, o Brasil tem recursos o suficiente para tomar como ponto de partida outros recursos renováveis. A solução está encontrada nos biocombustíveis. Eles podem deixar o ar mais puro, mas não significa que deixará de emitir gases. Há ainda o biogás, uma ótima alternativa. Mas não pode-se apenas pensar na economia, como muitos fazem. Como ficaria o Brasil tendo em todos os lugares enormes latifúndios com produção de cana-de-açúcar? A área plantada com cana hoje é de 70% maior do que a acupada há 10 anos. Está ocorrendo uma enorme migração dos produtores para a plantação de cana-de-açúcar. É uma questão de tempo para que deixe de lado a plantação de produtos alimentícios para produtores infestarem seus territórios com a monocultura da cana-de-açúcar. Voltemos um pouco na história nacional... Período da colonização. Monocultura da cana-de-açúcar. E aqui está País novamente entrando no sistema de "colonização". Só mudou o rumo da produção em grande escala. Antes era açúcar. Agora a moda é álcool.

etanol, grande fonte de energia alternativa

Posted by adriano pecenin at 2007-06-08 15:03

considero como sendo uma grande fonte de energia renovável sim, pois, além de ser menos poluente(sua queima libera menos CO2)sua industrialização é muito mais barrata, muito menos poluente, e as plantações de cana ajudam ainda como sequestradores de Co2, pois no processo da fotossíntese que a planta realiza ela abosrve o co2 do meio para a transformação de ENERGIA para seu próprio consumo, por issso resebe o nome de hautótrofas

As contradições do etanol

Posted by José Mesquita/São Luís at 2007-08-25 09:58

Concordo com a matéria, e quero acrescentar que sob o ponto de vista da agricultura familiar, o governo do presidente Lula, está comentendo um grande equívoco ao achar que trocar a produção de alimentos é a saída para a melhoria da vida no campo. Pior que isso, é que várias organizações representantes dos trabalhadores como a CUT e a CONTAG porque estão na folha de pagamento do governo, não percebem que estão contribuindo para esse "crime".

Esse processo vai aumentar a concentração fundiária, o que já vem ocorrendo, pois grandes grupos empresariais estão adquirindo grandes extensões de terra e anexando as pequenas glebas da agricultura familiar.

O incentivo à produção de materia prima para o etanol, vai levar os agricultores familiares à monocultura em detrimento da produção diversificada de alimentos (princípio base da agricultura familiar), transformando-se basicamente em fornecedores de materias primas aos grandes empresários.Além disso, a contribuição do etanol em relação aos prejuizos sociais e ambientais será ínfima.

Sob o ponto de vista ambiental, o dessastre será irreversivel, haja vista o incremento consideravel ao desmatamento, pois será necessário grandes extensões de terra.

MÃO-DE-OBRA

Posted by ALAN STELZER at 2007-10-18 16:40

VALE RESSALTAR QUE INEVITÁVELMENTE OS CORTADORES DE CANA SERÃO SUBSTITUÍDOS COMO MÃO-DE-OBRA POR MÁQUINAS, HAVENDO NECESSIDADE DE MÃO-DE-OBRA QUALIFICADA QUE NESSE CASO EXCLUÍ ESSA MASSA DE PESSOAS. ONDE SERÃO RECOLOCADOS NO MERCADO DE TRABALHO?

Politica do Etanol

Posted by Camila Resende Andrade at 2008-02-25 14:17

Os impactos da política do Etanol no mercado de trabalho dos canavieiros, irá de fato favorecer na quantidade e qualidade do trabalho agro-industrial (PERGUNTA-SE )

Comentário sobre o etanol

Posted by Ana Carolina at 2008-03-26 10:15

Gostei muito desse trabalho q li.Pois pude enterder melhor essa materia.Pois aumentei meus conhecimentos!

Comentário sobre o etanol

Posted by Ana Carolina at 2008-03-26 10:15

Gostei muito desse trabalho q li.Pois pude enterder melhor essa materia.Pois aumentei meus conhecimentos!

ETANOL

Posted by José Jaime at 2008-04-30 22:59

A humanidade não tem muitas auternativas no curto praso.Teremos necessariamente que incrementar a produção , e a eficiencia do processo produtivo.Provavelmente para tristeza da PETROBRAS ealegria dos consumidores , o BRASIL estara consumindo 90% de ETANOL e o mundo 20% .A medio prazo ~40anos as celulas de Hidrogenio estarão + baratas e eficientes e irão dominar os outros combustiveis. Por esse motivo tenho convicção que o BRASIL deve aproveitar ao maximo esse momento, capitalizar e,ter respeito para reinvestir bem os recursos no estudo e no conhecimento do povo. Escola periodo integral desde o pre primario ate o curso proficionalizante igual para todos. No tocante ao impacto ambiental o estilo de vida da sociedade moderna IMPACTA O AMBIENTE pela necessidade crescente em conssumir energia e tambem pela esplosão demografica da populaçaõ.Pessoal a humanidade tem que se controlar e rapido o resto e´papo furado. O MAIOR IMPACTO AMBIENTAL NA TERRA E`O HOMEM . SOMOS MUITOS TEMOS QUE CONTROLAR NOSSA QUANTIDADE. A Terra tem limites. Porem sou confiante e sei queiremos solucionar os problemas cada um a seu tempo . ABRAÇO MOÇADA.


Powered by Plone CMS, the Open Source Content Management System

This site conforms to the following standards: