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Fim do diploma expõe interesses e precariedade no jornalismo

by Admin last modified 2009-07-02 12:55

Profissionais e estudantes entendem que decisão foi tomada para atender interesse das grandes empresas de mídia



02/07/2009


Patrícia Benvenuti,

Michelle Amaral e

Cristiano Navarro

da Redação


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O exercício da profissão de jornalista não necessita mais do diploma universitário de habilitação específica. Foi o que decidiram os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 17 de junho, em Brasília (DF).


O fim do diploma foi pedido pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e contou com o apoio de parecer do Ministério Público Federal assinado pela subprocuradora-geral da República, Sandra Cureau. O Decreto Lei nº 972 do ano de 1969 foi derrubado com 8 votos contra tendo 1 a favor.


O Supremo extinguiu o Decreto Lei por entender que a formação específica em jornalismo deve ser dispensada para garantir o exercício pleno das liberdades de expressão e informação. O ministro Gilmar Mendes , relator do caso, comparou de maneira esdrúxula a formação em jornalismo com a culinária, a moda e o corte e costura. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”.


A decisão do STF desencadeou uma série de manifestações contrárias em diferentes partes do Brasil. Em repúdio, artigos, manifestos e cartas endereçadas ao ministro Gilmar Mendes começaram a ser produzidos logo após o anúncio da decisão.


José Carlos Torves, diretor do Departamento de Mobilização da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), explica que essas ações têm como objetivo sensibilizar a sociedade e parlamentares. “Eu acredito que [as manifestações] vão contribuir no momento em que os estudantes se mobilizam em todo o país e sensibilizam o Poder Legislativo, que já começa a tomar medidas que derrubem essa decisão”, afirma.


O fato do pedido partido de um sindicato patronal apontou rumos para o debate que não giram em torno da liberdade de expressão, mas sim da questão trabalhista e de formação intelectual do jornalista. Para Torves, a decisão do Supremo “serviu de correia de transmissão das grandes mídias do país”, desfavorecendo o profissional.


O diretor da Fenaj explica que a medida se deu por causa do distanciamento do Supremo em relação à realidade brasileira, gerado por seu atual presidente. “Gilmar Mendes transformou o STF numa gestão de 'exceção' no cenário brasileiro, não é à toa que tivemos vários casos que foram contra a opinião pública, como por exemplo, Daniel Dantas e a briga de Mendes com o ministro Joaquim Barbosa”, opina.


Tal opinião é reafirmada em nota da Fenaj, onde se diz que “a decisão é um retrocesso institucional e acentua um vergonhoso atrelamento das recentes posições do STF aos interesses da elite brasileira e, neste caso em especial, ao baronato que controla os meios de comunicação do país”.


No dia 17 a Fenaj promoverá uma reunião com todos os sindicatos de jornalistas brasileiros para que se crie um calendário de mobilizações em torno da regulamentação da profissão.


Debate na acadêmia

Na avaliação do professor e chefe do Departamento de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Hamilton Octávio de Souza, a decisão do STF afetará todos os profissionais de jornalismo, porque representa a retirada de uma conquista histórica de regulamentação da profissão. “A categoria retrocede ao que era antes de 69”.


Nesse sentido, o jornalista defende a necessidade de se criar uma regulamentação para a categoria. “Uma profissão como essa, que tem uma função social importante, precisa de uma regulamentação, precisa de controle social. A sociedade tem que se proteger contra as empresas de comunicação”, argumenta.


A mesma opinião é compartilhada pela estudante de jornalismo, Luana Franca, coordenadora da Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecos), que acredita que sem a regulamentação tende a se acentuar a exploração dos profissionais da área, com a conseqüente “precarização de toda a categoria”.


Franca afirma que a Enecos é favorável à não obrigatoriedade do diploma para exercício do jornalismo justamente por defender bandeiras como a democratização da educação e a qualidade na formação do comunicador. No entanto, a organização não concorda com os argumentos utilizados pelo presidente do STF para embasar a decisão. Segundo ela, Mendes defendeu a queda do diploma para que a profissão fosse desregulamentada, favorecendo assim as grandes empresas de comunicação.


Segundo a estudante, é necessário que se inicie uma luta pela regulamentação profissional de todos que atuam no jornalismo brasileiro. “A gente precisa que estudantes e profissionais se unam e discutam uma nova regulamentação da profissão”, defende.

Comentários - 15

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...  

1 Tenho medo de represálias - 02-07-2009 - 14:51:19h

Não concordo com o texto por este motivo:
Vamos supor que eu, orfão de pai e mãe, criado pela avó pobre fosse obrigado a trabalhar desde os 15 anos.
Como pagaria a faculdade ou como passaria na faculdade tendo cursado o ensino médio em escolas públicas abandonadas?
Existem condições das quais não é possível fugir. Apesar de todos os males nos esforçamos para vencer na vida e obrigar um profissional a ter diploma de jornalismo não é benéfico à sociedade. Isto é mentira. Por exemplo: Um jornal ou emissora sempre terá que custear o aperfeiçoamento do funcionário. Mesmo ele tendo se formado em jornalismo. Um jornalista não se faz da noite para o dia. O que os grandes jornais buscam é escapar dos custos da formação deste profissional. Uma utopia. Por isso, se o diploma fosse obrigatório, nenhum profissional que esteja atuando seria demitido ou posto em outro cargo. Se para tudo no Brasil fosse exigido diploma, todos os orfãos que são obrigados a trabalhar para sustentar suas famílias, ou que passassem por alguma condição que os proibam de frequentar uma faculdade, teriam que se conformar. Seria o fim dos orfãos autodidatas. Um bom escritor, como um bom pintor, nasce.

2 Michelle Mendonca - 02-07-2009 - 22:59:38h

Acredito que a questao é mais profunda
Hoje em dia milhoes de cianças nao tem acesso a educacao publica de qualidade, orfaos ou nao, muitos destes nao chegam ao ensino universitario, e esse problema e serio e nao se soluciona com medidas de desregulamentacao trabalhista. E nao pode se acreditar na proposta de remediacao com o fim do diploma em algumas profissoes e nao perceber o carater ganacioso das empresas dentro desse processo. Devemos lutar por uma educacao publica de qualidade para todos, para que todos tenham a oportunidade de ingressar na universidade e nao aceitar essas medidas sinicas, de falsa democratizacao e liberdade de expressao.Aceitar agora o fim do diplona no jornalismo e´ abrir caminho para futuros cursos sofrerem o mesmo descaso, vamos aceitar professor@s, medic@s...sem formacao?

3 Profundidade - 03-07-2009 - 07:33:19h

Não concordo por este motivo
Não concordo com o canastrão do STJ. O caso DD é, realmente, muito estranho.
Veja bem, minha opinião não foi para oferecer solução para a crise educacional. Só citei um exemplo dentre vários motivos que podem impedir um autodidata de frequentar uma faculdade e que existem Artistas natos.
Não se pode comparar um jornalista com um médico, um engenheiro aeronáutico ou um engenheiro civil. Um erro destes trés últimos profissionais pode ser fatal.
Na infância eu tive aulas com professores sem diplomas. E eram muito bons! Naquele tempo ninguém precisava brigar tanto para conseguir um emprego. Hoje, por culpa da competitividade e da falta de interesse público em gerar empregos e solucionar a crise educacional, não podemos simplesmente excluir outros cidadãos do mercado de trabalho. Isto sim é que é uma medida sínica. Não me convence. Trecho que o usuário abaixo escreveu: "Está cheio de jornalistas com diploma que se dizem progressistas em mesas de bar, mas na redação escrevem o que manda o patrão". Isso é verdade porque além de conhecer a área tenho amigos diplomados que aceitam isso. Somente a partir deste mês, com toda essa reviravolta, que todos se calarão. Por medo ninguém mais falará nos bares ou roda de amigos as safadezas do trabalho. Outro trecho do usuário abaixo: "Se diploma garantisse alguma coisa não existiria tanto jornalista chamando patrão de colega e escrevendo as maiores barbaridades contra os Trabalhadores e a esquerda". Isto é verdade. E a reciproca também é verdadeira. Existem trabalhadores de esquerda que escrevem barbaridades. Cabe aos Jornais, emissoras e principalmente ao leitor julgar o que lê. O que cai novamente no ciclo vicioso da crise educacional: Como os leitores julgarão bem o que lêem se não tem uma boa educação? Sujeitar-se a pressão de mercado não é o correto para solucionar a falta de empregos e a crise educacional. Por favor, não comparem profissões. Além de ser muito feio, é óbvio que não são delicadas como a medicina e a engenharia civil.

4 João Assis - 03-07-2009 - 09:15:43h

Diploma
Achei um comentario lamentavel.
Esse é um problema não de uma profissao.
Mas de um país. Um Chefe de Obra que entende muito mais que um Engenheiro formado e com diploma ganha muito menos e não pode assinar uma obra.
Se for assim para nada mais se precisa de diploma, afinal se eu ler livros e livros de geografia, posso dar aula na escola.
É preciso sim um ensino academico, é preciso pensar, é preciso discutir e viver a academia.
Acho incrivel como algumas pessoas gostam tanto de resumir e sistematizar o conhecimento.
É lamentavel.

5 Angélica - 09-11-2009 - 09:14:43h

Então assim fica fácil,não é??!!
Bom, fiquei ainda mais indignada com a opinião de um nobre colega quanto ao fato de "orfão de pai e mãe, criado pela avó e obrigado a trabalhar desde"...
Então é isso, já que a profissão de jornalismo não me exige um diploma e eu não tenho condições para pagar um curso superior eu vou ser jornalista. Ora, pessoal, o fato de uma pessoa ser pobre não significa que ela não vá ter chances na vida. Por experiência própria afirmo que a força de vontade é tudo.
E não é se extinguindo a necessidade de uma profissão regulamentada que traremos a solução ou sequer uma luz ao fim do túnel para aqueles que tem uma vida "dura". Até porque se nossos governantes se ocupassem disso, não é mesmo... Enfim, o fato da não necessidade de um diploma vem somente desmerecer aquelas pessoas que suaram a camisa para conquistar seu espaço. Acredito plenamente que é um erro a não necessidade do diploma e ainda, que todas as areas profissionalizantes do nosso país deveriam exigir uma espécie de "OAB" para selecionar mais ainda os nossos profissionais...

6 Sergio Rodrigues Dias Filho - 02-07-2009 - 19:02:29h

Diploma não garante nada a ninguém, a profissão nenhuma
Quem garante alguma coisa a um profissional é seu próprio conhecimento, sua capacidade profissional e de organização sindical. Se diploma garantisse alguma coisa não existiria tanto jornalista chamando patrão de colega e escrevendo as maiores barbaridades contra os Trabalhadores e a esquerda só porque assim mandou o patrão, o dono do jornal. Como sabemos a maioria dos meios de comunicação estão na mão da direita e os jornalistas vendem seus serviços para estes meios. E todos sabemos que quem paga escolhe a música. Está cheio de jornalistas com diploma que se dizem progressistas em mesas de bar, mas na redação escrevem o que manda o patrão. Foram jornalistas com diplomas que escreveram milhões e milhões de linhas sobre o engodo neoliberal. São também jornalistas com diploma que continuam a denfendê-lo agora. Paremos com a hipocrisia. Diploma de jornalsita é invenção da ditadura militar para tentar evitar que esquerdistas e intelectuais democráticos disseminassem suas idéias "subversivas" através dos meios de comunicação do capital. Se queremos ser livres e exercer o verdadeiro jornalismo temos que ter, pelo menos, um grande orgão de comunicação de massas independente, livre e progressista. O resto é corporativismo, débil e frágil, entulho das ditaduras civis-militares brasileiras.

7 Mauricio - 03-07-2009 - 10:29:37h

Sem diploma...
Eu, assim como um número enorme de repórteres fotográficos, não tenho diploma em absolutamente nada. Para conseguir meu registro do MTB, tive que passar, junto ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, em prova seletiva para poder fazer um curso de Qualificação em Reportagem Fotográfico promovido pela mesma instituição. Fiz. Ao término, prova teórica e prática. Estou com meu MTB `a anos. Já para os diplomados, principalmente repórteres, basta solicitar o MTB com seu diploma. Nunca trabalhei em um grande veículo, mas trabalhei com jornalistas DIPLOMADOS e portando MTB, que em diversas situações fui obrigado a fazer correções de língua portuguesa e redação, em gravações de "pasagens" ou até mesmo dar orientações de como montar a matéria.

Baseado nessas experiências pessoais, fico pensando: será que a discução em torno da obrigatoriedade do diploma é tão séria assim? Não devia estar havendo um grande movimento em busca de melhorias na formação de jornalistas? Não deveria ter alguma punição para jornalistas que se auer pensam em ética - exemplo Diogo Mainardi? Não deveria ter punição a um órgáo que publica uma notícia "criada" para "assassinar reputações" - exemplo outra vez de Veja, que publicou a "notícia" do grampo na linha de Gilmar Mendes e agora a PF, através de delegados selecionados, chega a conclusão de que não existe gravação nem grampo nenhum?

Na maméria acima, por exemplo, quando li o título "Fim do diploma expõe interesses e precariedade no jornalismo", achei que encontraria novidades. Mas não li absolutamente nada de novo. E aí termino perguntando para minimizar minha pobre ignorância: Quais são os interesses - trabalhistas ou patronais? - citados no título? Quais são as precariedades - de formação, de exercício, de conduta de grandes empresas? - do jornalismo?

8 tenho medo de represálias - 03-07-2009 - 12:48:13h

Este é dos meus
É uma amostra de cidadão que corre atrás dos objetivos independentemente da oferta de empregos. Vamos continuar denunciando a falta de ação política na geração de empregos e da crise educacional. Deveriam existir novos jornais e TVs. Diga não ao monopólio e sim para liberdade de expressão.

9 Fábio Franco - 04-07-2009 - 07:58:47h

O FIM DO DIPLOMA DE JORNALISTA
Sim,eu concordo. E também deveria existir uma mídia alternativa, como por exemplo um canal de televisão de esquerda, que mostre uma visão crítica e verdadeira dos fatos. Quando isso acontecer o Brasil deixarar totalmente de ter uma imprensa marrom.

10 Clívea Ferreira - 04-07-2009 - 18:49:59h

QUE PAÍS É ESSE?
Concordo com o fato de que opiniões devem ser ouvidas, mas fico triste ao ver que muitas pessoas dão opiniões como se tivessem vendas nos olhos. Será que ninguém vê que retirar o diploma obrigatório dos jornalistas é mas uma investida do empresariado brasileiro que manipula sempre todas as situações à seu favor? Logo quem foi ser o relator do caso? Gilmar Mendes, uma pessoa que provou várias vezes que não podemos confiar nele nem debaixo d´água. Sempre articulando em favor de quem tem mais dinheiro. Se tem Gilmar Mendes no meio, autorizando alguma coisa...pode ter certeza que coisa boa não é. Tem gente que quer comparar profissões, dizer até que umas são melhores e mais importantes que outras que por isso algumas precisam de diploma outras não e bla, bla, bla, bla...Ser jornalista não é simplesmente falar de alguma coisa ou alguém, tem que ter muito conhecimento, estar pautado na ética e nos conceitos gerais que regem as relações humanas. Isso é passado na academia. Quando um jornalista esquece o que aprendeu da ética na faculdade e vai servir à mídia corporativa e fazer jornalismo de sensação e de engano ao povo, aí são outros quinhentos. Isso sim deve ser combatido, mas, nem todos se vendem. Já pensou passar vários anos estudando, se especializando e de repente vem um mandão lá de cima que por interesses particulares, diz que a profissão para a qual você está estudando pode ser feita pelo cara alí da esquina que bate papo todos os dias sobre banalidades, enquanto você passa com seus pesados livros e chega cansado do trabalho e vai estudar, preocupado em além de atuar em uma profissão que gosta, poder contribuir de forma efetiva na sociedade? É de arrasar e desacreditar no país, no governo, na justiça...Vamos refletir sobre quais os verdadeiros interesses dessa panelinha que acha que é dona do país. Ou...nada vai mudar e continuaremos sempre manipulados à favor das suas aspirações.

11 Mauricio - 06-07-2009 - 10:37:06h

Como sempre, mais bla bla bla...
Em meu outro comentário, apenas exemplifiquei de forma bem simples de como as coisas funcionam na prática. E como pode ver no final do comentário, levantei algumas questões da própria matéria, provavelmente escrita por alguém diplomado, cujo texto deixa muito a desejar se considerarmos o título.

O que vejo no comentário acima, é exatamente e apenas o que tenho visto em notícias e comentários de colegas. Não li até agora, algo com consistência, nem para A, nem para B. Apenas insinuações de que será bom ou ruim, para um ou para o outro. Mas os "por que" de cada lado, as explicações que me convencerão a tomar partido por A ou B ninguém trás. Será bom para a categoria patronal? Por quais motivos? Será péssimo para os jornalistas? Por quais motivos? Porque passaram 4 anos na escola e o cara autodidata que joga conversa fora no botequim escreve um texto jornalístico melhor que o diplomado? Se o grande motivo for apenas ter ou não um canudo, como da a entender o comentário acima, sou mil vezes mais o texto do botequeiro.

Então, ao meu ver, a discussão do tema esta sem conteúdo, sem consistência, sem informações adequadas para poder entender qual seria, do ponto de vista social, o caminho mais adequado a ser seguido. Por isso, até envie um e-mail ao Luis Nassif sugerindo que faça uma análise do caso. Para quem não sabe, ele tem um trabalho riquíssimo sobre a conduta de nossa "bela" imprensa e de seus "diplomados" jornalistas, em favorecer interesses, assassinar reputações, desmoralizar pessoas etc.

http://luis.nassif.googlepages.com/ocasomauríciomarinho

E como já disse, há coisas muito mais sérias acontecendo no jornalismo que estão passando despercebidas - talvez intencionalmente - por todos. Diplomados ou não, jornalistas ou não, professores, estudantes, botequeiros etc.

12 José Jorge C. de Andrade - Salvador-Ba - 06-07-2009 - 11:22:07h

Respeito ao jornalista!
Ser jornalista não é simplesmente sair por ai escrevendo qualquer coisa que vier na cabeça e nem está subordinado aos grandes "tubarões" da comunicação, ele necessita de uma formação, ter ética profissional, conhecimento, consciência de sua profissão e acima de tudo compromisso com a sociedade. Gilmar mendes citou a profissão de conzinheiro dizendo que este não precisaria de um diploma para exercer essa profissão, tudo bem, tenho muito respeito por esse profissional e conheço algums que são muito bons nessa área, mas jamais vou poder compará-lo com um nutricionista, desde quando este frenquentou uma faculdade adquiriu conhecimento em relação ao valor dos alimentos, conservação etc.Por isso Gilmar Mendes e todos aqueles que estão com segundas intenções, por favor, tenham mais respeito por este profissional e pela sociedade brasileira, afinal de contas as informações só é válida quando vem de fonte confiáveis e de profissional confiável também não subordinados pelos grandes veículos com segundas intenções.