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Em BH, Simone Tebet pede para seus apoiadores que deem um voto de confiança em Lula

Crítica do governo Bolsonaro, a senadora teve mais de meio milhão de votos em Minas

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De volta ao segundo maior colégio eleitoral do país, Simone Tebet (MDB) cumpriu uma série de agendas com apoiadores, lideranças e políticos de Minas Gerais. A senadora começou a quinta-feira (27) em Divinópolis, na região Central do estado, e terminou o dia na capital mineira.

Em Belo Horizonte, Simone Tebet participou de uma reunião com o prefeito Fuad Noman (PSD), de uma coletiva de imprensa e reuniu lideranças femininas em apoio à eleição de Lula (PT).

No primeiro turno, quando ainda estava na disputa pela Presidência, Simone Tebet foi a terceira mais votada, alcançando quase 5 milhões de votos. Em Minas, ela foi a preferida de mais de 500 mil eleitores, o que representou 4,17% dos votos válidos.

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Na última semana, a senadora já havia visitado o estado, ao lado do candidato do PT e da ex-ministra Marina Silva. Com postura crítica ao governo de Jair Bolsonaro (PL), desde o início da disputa do segundo turno, Simone tem buscado transferir os votos que obteve para Lula.

“Minas garantirá a vitória do presidente Lula. Lula ganhou aqui no primeiro turno e está ganhando no segundo. Eu vim aqui para dizer ao povo mineiro, aqueles que votaram em mim, que deem um voto de confiança no Lula”, pediu a senadora, em coletiva de imprensa, junto à vereadora Bella Gonçalves (PSOL) e às deputadas estaduais Beatriz Cerqueira (PT) e Ana Paula Siqueira (Rede).

Para ela, o atual presidente dificultou o combate à pandemia da covid-19, não cuidou da população mais pobre e implementou no país o que a senadora considera que pode ser o “maior esquema de corrupção do planeta Terra”, o “orçamento secreto”, ou como parte da imprensa tem chamado, o Bolsolão.

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“Peço que votem em Lula por mim, se for o caso. Se não for por mim, votem pela democracia. Se não for pela democracia, votem pelas crianças e adolescentes brasileiros. Se não for por nenhum desses, votem pelas mulheres mineiras e brasileiras, que Bolsonaro acha que devem receber menores salários e que pode ‘pintar um clima’ com meninas de 14 anos”, completou.

Editado por: Larissa Costa

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