Inclusão

Carnaval de Brasília tem ações de inclusão para pessoas com deficiência

Blocos contam com intérpretes de Libras e telão para dar visibilidade às traduções

No audio source provided.

As pessoas com deficiência (PcD) também têm espaço no Carnaval do Distrito Federal. Alguns blocos que aconteceram no último final de semana tiveram a preocupação em dar acessibilidade para pessoas com deficiência, como o Bloco do Prazer, o Baratinha e os blocos do tradicional Setor Carnavalesco Sul, dentre outros.

Nos editais do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) havia a exigência da inclusão de pessoas com deficiência visual ou auditiva nos blocos de rua. A exigência era para a presença de intérprete de Libras em pelo menos uma apresentação de cada bloco contemplado. Os bloquinhos do Setor Carnavalesco Sul contaram com intérpretes de Libras e telão para dar visibilidade às traduções.

Para a presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), Denise Braga, as iniciativas inclusivas dos blocos de rua trazem visibilidade para as pessoas com deficiência e garantem o direito delas participar da festa popular com segurança e alegria. “Estão começando a perceber que as pessoas com deficiência têm direito a saúde, educação e cultura e, por que não no Carnaval, que é a arte, a folia, a dança e a alegria?”Indagou Denise, ressaltando a importância do olhar sobre a inclusão.

O Carnaval de Brasília já é conhecido como uma das festas mais diversificadas. Ao todo mais de 100 blocos receberam autorização para sair as ruas até a próxima quinta-feira (23) e a expectativa é reunir cerca de 1,5 milhão de foliões na Capital, segundo o governo do DF. A programação se concentra no Plano Piloto, mas a festa também se espalha por várias regiões administrativas.

Com informações da Agência Brasília

:: Clique aqui para receber notícias do Brasil de Fato DF no seu Whatsapp ::

Editado por: Flavia Quirino

|

Newsletter