no centro do debate

‘Candidaturas precisam se comprometer com a agroecologia como resposta à crise do clima’, diz articuladora da ANA

Sarah Luiza Moreira afirma que como as pessoas se alimentam precisa estar na pauta prioritária do debate eleitoral

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Apesar da importância das eleições para a democracia e do significado de exercício da cidadania diante da possibilidade de cada um de nós escolhermos nossos representantes, ainda há muita gente que torce o nariz quando o assunto é política.

A partir dessa inquietação, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) propõe colocar os pés na terra e trazer o debate político para um campo de maior leveza, valorizando a diversidade de cores, sabores e cheiros. A ideia é trazer para o centro do debate eleitoral a importância da agroecologia no processo de segurança alimentar no Brasil e discutir, afinal de contas, como as pessoas estão se alimentando. Pela quarta vez, o movimento lançou uma carta política com um discurso de esperança para toda a população.

Em entrevista ao Bem Viver TV, Sarah Luiza Moreira, articuladora nacional do movimento, defende que o documento é uma forma de balizar as políticas dos estados a partir de um olhar dos seus territórios. “A gente foi entendendo a importância da comida de verdade, que isso viesse à mesa no contexto das eleições e a gente tivesse como afirmar que isso fosse uma pauta para toda a sociedade. Que a agroecologia é bom para todo mundo, que é o que garante comida de verdade”, explica.

“A gente vem desde 2020 que as candidaturas precisam se comprometer com a pauta agroecológica e temos afirmado que isso é uma resposta a urgência climática, se apresenta como uma resposta concreta”, afirma Sarah Luiza Moreira.

Ela explica que, em 2026, a carta tem dois eixos: um que propõe reflexões sobre o tema e outro que traz denúncias. “Os desafios que ameaçam a agroecologia, o uso de agrotóxicos, a guerra química, o colonialismo químico nos território, o aumento da violência no campo também, a ameaça aos lutadores, todo o projeto do agronegócio, agro-hidronegócio que tem expulsado os povos dos seus territórios”, conta.

Leia a carta na íntegra.

E tem mais:

Comida de Verdade: Aprenda a fazer um Pudim de Tapioca nutritivo e que não vai ao forno com Gema Soto.

Saudação: O trabalho social e gastronômico da Casas Taiguara em SP.

Mosaico Cultural: A tradição de mais de 1.600 anos de artesãs que gravam cabaças na China.

Terreiros Urbanos: No último episódio da série, conheça a Ekedi Eloiza Lourenço, em Ilhabela (SP).

Quando e onde assistir?

No YouTube do Brasil de Fato, todo sábado às 13h, tem programa inédito. Basta clicar aqui.

Na TVT: sábado às 13h; com reprise domingo às 6h30 e terça-feira às 20h no canal 44.1 – sinal digital HD aberto na Grande São Paulo e canal 512 NET HD-ABC.

Na TV Brasil (EBC), sexta-feira às 6h30.

Na TVE Bahia: sábado às 12h30, com reprise quinta-feira às 7h30, no canal 30 (7.1 no aparelho) do sinal digital.

Na TVCom Maceió: sábado às 10h30, com reprise domingo às 10h, no canal 12 da NET.

Na TV Floripa: sábado às 13h30, reprises ao longo da programação, no canal 12 da NET.

Na TVU Recife: sábados às 12h30, com reprise terça-feira às 21h, no canal 40 UHF digital.

Na UnBTV: sextas-feiras às 10h30 e 16h30, em Brasília, no Canal 15 da NET.

TV UFMA Maranhão: quinta-feira às 10h40, no canal aberto 16.1, Sky 316, TVN 16 e Claro 17.

Sintonize

No rádio, o programa Bem Viver vai ao ar toda sexta-feira às 10h30, na Rádio Brasil de Fato. A sintonia é 98,9 FM na Grande São Paulo. Além de ser transmitido pela Rádio Agência Brasil de Fato.

O programa conta também com uma versão especial em podcast, o Conversa Bem Viver, transmitido pelas plataformas Spotify, Google Podcasts, iTunes, Pocket Casts e Deezer.

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Editado por: Rodrigo Chagas

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