Brasil de Fato

Uma Visão Popular do Brasil e do Mundo

Confira a cobertura especial sobre a tragédia em MG

O rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região central de Minas Gerais, deixou dezenas de pessoas feridas e desabrigadas, desde o dia 5 de novembro.


CONFIRA AQUI o especial Brasil de Fato sobre o primeiro mês da tragédia.

As barragens de Fundão e Santarém eram de responsabilidade da empresa Samarco, que tem 50% de suas ações nas mãos da Vale, uma das maiores mineradoras do mundo. A outra metade pertence à australiana BHP Billiton.

Uma equipe do Brasil de Fato esteve no local para acompanhar as consequências da tragédia.

Uma equipe especial também esteve presente em Bento Rodrigues um mês após o desastre. Confira nosso especial.

1 mês da ruptura da barragem em Mariana (MG)

Mais notícias:

Rompimento de barragens é responsabilidade das empresas, afirmam organizações sociais

Sindicato e movimento contra miberação apontam que ‘lógica do lucro’ está acima da vida dos trabalhadores e da comunidade; Para eles, tragédia poderia ter sido evitada.

Rompimento de barragens da Samarco “não é um acidente”, diz membro do MAM

Marcio Zonta diz que vistoria nas barragens não é feita pelo órgão público, mas exclusivamente pelas empresas, que a fazem “conforme sua lucratividade não seja abalada”.

Em fórum de mineração, secretário mineiro diz que Samarco foi “vítima do rompimento”

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôso disse ainda que a fiscalização ambiental precisa deixar de ser realizada pelo Estado e passar a ser responsabilidade da iniciativa privada.

“Mariana corre risco de se tornar uma cidade com solo infértil”, diz pesquisador

Após a tragédia, caso a lama permaneça “onde está, naquela região por muito tempo não vai nascer nada, não vai se plantar nada. O rejeito anda pode assorear a calha dos rios”, conclui professor da UFRJ.

Mar de Lama atinge Governador Valadares (MG) e deixa cidade sem água

Em nota, prefeitura diz que enviou plano de emergência ao governo do estado e à Samarco; colapso deve durar pelo menos um mês.

Rompimento das barragens da Samarco “desmascara discurso de que as práticas de mineração são bem feitas”, diz ambientalista

Gustavo Gazzinelli acredita que os movimentos populares vão reagir contra a Vale e novo Código de Mineração em um processo de mobilização similar às jornadas de Junho, em 2013.

Ato no Rio denuncia responsabilidade da Vale em Mariana (MG)

Em frente ao prédio da mineradora, manifestantes rejeitaram hipótese de apenas acidente

MST e MAB ocupam sede da Samarco em Belo Horizonte

“Cobramos ainda a garantia da participação dos envolvidos em todas as etapas, que eles participem de todas as equipes técnicas de assistência!”, reforça coordenador dos Atingidos por Barragens.

Brasil de Fato MG lança edição especial com a cobertura da tragédia em Mariana

“Essas mineradoras lucram muito e a gente vê que não estão investindo tanto em segurança dos seus empreendimentos. A Samarco já teve o rompimento de um mineroduto, em 2010, o que mostra que existe repetição dessas questões”, aponta Letícia Oliveira, do Movimento dos Atingidos por Barragens.

Entre o luto e a saudade: um panorama do maior desastre ambiental do Brasil

Entenda as consequências da enxurrada de lama de rejeite da mineração.