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Sérgio Vaz: “Literatura, pão e poesia”

Em entrevista ao Brasil de Fato, o poeta fala sobre seu novo livro, literatura periférica, renúncia fiscal e o movimento dos trabalhadores da cultura





Producaocultural.org




Aline Scarso
Da redação

“Literatura, pão e poesia” é o mais novo livro de Sérgio Vaz, lançado nesta sexta-feira (05) no Teatro Cemur, no centro de Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo. Poeta e articulador cultural da periferia de São Paulo (SP), Sérgio Vaz é um escritor representante do movimento conhecido como literatura periférica, que trata do cotidiano da periferia das grandes cidades a partir da percepção de quem nela vive.

Auto-denominado poeta vira-lata, Vaz escreve desde os 15 anos, e também é pioneiro na criação de saraus de literatura e poesia, como o Sarau da Cooperifa, que ocorre todas as quartas-feiras no Jardim Guarujá, zona sul da capital. A idéia do Sarau, que existe há 10 anos, é estimular os que estão à margem a utilizarem a arte para discutir e denunciar sua realidade.

No lançamento de “Literatura, pão e poesia”, o Sarau da Cooperifa e convidados devem ter grande participação. Entrevistamos o autor para saber sobre sua expectativa com o livro. Falamos também sobre arte, literatura periférica, renúncia fiscal e o movimento dos trabalhadores da cultura.

Ouça algumas ideias discutidas com Vaz na entrevista e confira a íntegra na próxima edição do jornal Brasil de Fato.