Coluna

Governo lesa-pátria de Michel Temer piora cada vez mais

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O governo do lesa-pátria entreguista Michel Temer está promovendo mudanças no seu gabinete / Marcos Corrêa/PR
Temer assumiu o governo colocando em prática o projeto faz Brasil recuar

O governo do lesa-pátria entreguista Michel Temer está promovendo mudanças no seu gabinete. E quando se imaginava que pior do que os golpistas atuais que ocupam o governo não poderia ser, eis que se anunciam novos integrantes nos Ministérios.

Para se ter uma ideia da mediocridade reinante, se anuncia a nomeação para chefiar a articulação política como Ministro Secretário de Governo nada mais nada menos do que o deputado federal Carlos Marun, um político vinculado ao ex-deputado Eduardo Cunha, que por sinal o defendeu com a máxima veemência e fez o possível para livrá-lo dos rigores da lei.

Isso na prática quer dizer que Eduardo Cunha, mesmo preso, continua de alguma forma influindo. Cunha é confirmado como meliante e só foi condenado depois de levar adiante o processo de impedimento da presidenta eleita Dilma Rousseff. É realmente de causar espécie que a Justiça somente agiu quando o Parlamento, em conluio com a mídia comercial, decidiu derrubar, sem base legal, a presidenta e se instalou um governo chefiado pelo lesa-pátria entreguista Michel Temer, que passou aplicar um projeto neoliberal derrotado quatro vezes seguidas em eleições presidenciais.

Temer assumiu o governo colocando em prática o projeto que está fazendo o Brasil recuar cem anos e entregar de mão beijada as riquezas nacionais, inclusive com o objetivo de destruir a Petrobrás, colocando na presidência da empresa nada mais nada menos que Pedro Parente, uma figura vinculada ao esquema de Fernando Henrique Cardoso, de quem foi ministro e sempre defendeu, como seu próprio chefe Cardoso, a entrega da riqueza petrolífera nacional.

CPI na Alerj

Aí se instala no Rio de Janeiro uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e a Justiça autoriza Parente a não lá depor.  Mas isso a mídia comercial conservadora, que protege a entrega de mão beijada da riqueza energética, não questiona, muito pelo contrário, até omitindo dos leitores, telespectadores e ouvintes dos seus espaços e priorizando se voltar raivosamente contra o criador da investigação, o deputado Paulo Ramos. A CPI foi criada exatamente porque o Estado do Rio de Janeiro tem vínculos profundos em sua economia com o petróleo.

Assim caminha o Brasil neste momento de crise e muito complicado em que os golpistas que ocupam indevidamente o governo procuram enganar os incautos e chegam ao cúmulo de defender desbragadamente a entrega às multinacionais do petróleo do pré-sal.

Quem tiver dúvidas sobre o que esta sendo dito aqui deve consultar diariamente a mídia comercial conservadora, cujo jornal O globo chega ao cúmulo de divulgar que com a entrega do pré-sal em pouco tempo serão criados 500 mil empregos, mas como se trata de mão de obra especializada esse suposto crescimento será preenchido por trabalhadores estrangeiros, já que os brasileiros não estariam preparados para as funções. É o que diz o jornal da família Marinho que historicamente sempre defendeu a entrada do petróleo às multinacionais.  

Organizações Globo

Vergonhosamente ignoram que foi graças a mão de obra brasileira que se desenvolveu o pré-sal e a empresa Petrobras se desenvolveu. Mas as Organizações Globo, seja via impressa ou eletrônica não pensa assim e manipula a informação com o claro objetivo de sensibilizar mentes colonizadas que preferem apoiar projetos antinacionais, como os atuais defendidos por Pedro Parente, por Fernando Henrique Cardoso e demais integrantes do PSDB, como, por exemplo, o atual Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que se posiciona abertamente pela privatização do Banco do Brasil. Isso para começar a dança do PSDB da entrega de mão beijada do que ainda resta do Estado brasileiro e que o então Presidente FHC deu andamento com apoio total e absoluto da mídia comercial.

E podem crer que vem mais baixaria por ai tendo em vista agora a pressão até do Banco Mundial em favor de uma (contra) reforma da Previdência. Agora, para tentar enganar os incautos, o aposentado do Banco de Boston e Ministro da Fazenda Henrique Meirelles e seus seguidores  batem forte nos funcionários públicos, como se o setor fosse culpado por tudo de ruim que acontece no Brasil, mas segue imperando o silêncio absoluto da mídia comercial sobre a conclusão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado de que não há déficit nas contas da Previdência.

Edição: Brasil de Fato RJ