Previdência

Motoristas de ônibus e metalúrgicos aderem à greve geral do dia 19 de fevereiro

Paralisação visa pressionar o Congresso para votar contra reforma da Previdência; metroviários também devem parar

Brasil de Fato| São Paulo (SP)

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Assembleia com condutores de ônibus aprovam participação em greve do dia 19 / Sindicato dos CondutoresSP/ Divulgação

Em assembleia popular realizada na noite desta quarta-feira (7), em São Bernardo do Campo, trabalhadores metalúrgicos do ABC aprovaram a realização da greve convocada pela CUT e demais centrais para o próximo dia 19 contra a reforma da Previdência.

Também nesta quarta, cerca de 4 mil trabalhadores do transporte público realizaram assembleia e decidiram participar da greve. Além disso, os metroviários já assumiram posicionamento de aderir à greve caso a reforma da Previdência entre em votação.

Metalúrgicos e motoristas de ônibus somam-se às demais categorias que pouco a pouco estão aderindo à greve em todo o Brasil.

Os professores das redes estaduais e municipais de São Paulo também vão aderir à mobilização.

Em Sergipe, os servidores públicos já anunciaram a adesão à greve, assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica.

Em Minas Gerais, professores da rede estadual também sinalizaram que vão aderir à paralisação.

As centrais sindicais (CUT, CTB, CSB, Força Sindical, Nova Central, UGT, CSP-Conlutas, Intersindical e CGTB) chegaram a consenso sobre a principal bandeira da classe trabalhadora no país na atualidade: “Se botar para votar (a reforma da Previdência), o Brasil vai parar!”.

Edição: Vanessa Martina Silva