Reta final

Franklin Martins: Lula está seguro que o povo quer um projeto popular

Ex-ministro do governo Lula visitou o ex-presidente em Curitiba, nesta quinta

Brasil de Fato | Curitiba (PR)

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Franklin Martins visitou o ex-presidente e falou à militância da Vigília Lula Livre / Foto: Juca Varella

Franklin Martins, ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), visitou o ex-presidente na tarde desta quinta (27), na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde Lula está mantido preso há 174 dias.

Após a visita, ele declarou à imprensa que o ex-presidente tem certeza de que o povo vai escolher, nas urnas, o retorno ao poder de um projeto popular que atenda aos interesses da classe trabalhadora. Franklin Martins foi acompanhado pela senadora e presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann. 

“O povo vai escolher entre um projeto que ele tem na sua memória, de inclusão social, e uma estratégia de desmonte, que foi feita pelo governo Temer e por todos os partidos que o apoiaram”, afirmou Franklin, dizendo ainda que, nesse contexto, Lula “está seguro de que o povo escolherá muito bem”.

Recados para a militância

Após a visita ao ex-presidente Lula, Franklin Martins e Gleisi Hoffmann foram até a Vigília Lula Livre, onde a senadora transmitiu mensagem de Lula à militância. 

Ela falou que o ex-presidente lembra sempre a resistência popular que está acontecendo do lado de fora do prédio da Polícia Federal e que o crescimento das intenções de voto para Fernando Haddad nas pesquisas eleitorais demonstra que o povo brasileiro está “apostando novamente em um projeto de desenvolvimento inclusivo e com as características populares”.

Na última pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta (26), o candidato do PT à presidência da República aparece com 21% das intenções de voto. Desde o dia 20 de agosto, quando tinha 4% de intenção de voto, Haddad vem crescendo nas pesquisas. 

O recado de Lula para a militância, segundo Gleisi, é que agora é a hora de “arregaçar as mangas” e fazer a campanha nas ruas. “Cabe a nós, à nossa militância, aos sindicatos, aos movimentos sociais, falar com o povo. Esse é o momento de conversarmos com o povo, de irmos para a rua. Claro que temos as redes sociais, enfim, novas formas de fazer campanha, mas nós temos que falar com o povo”, afirmou a senadora.

Edição: Diego Sartorato