Massacre na Florida

Grupo Estado Islâmico reivindica ataque e diz que autor é ‘soldado do califado’

Mensagem divulgada grupo extremista diz que Omar Mateen realizou ‘incursão de segurança’ em clube, que deixou 50 mortos

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Vigília em solidariedade às vítimas do atentado; no cartas "As únicas coisas que deviam ficar guardadas em armários são as armas. #Paz #Amor #Orgulho"
Vigília em solidariedade às vítimas do atentado; no cartas “As únicas coisas que deviam ficar guardadas em armários são as armas. #Paz #Amor #Orgulho” | Crédito: Vigília em solidariedade às vítimas do atentado; no cartas "As únicas coisas que deviam ficar guardadas em armários são as armas. #Paz #Amor #Orgulho"

O grupo extremista EI (Estado Islâmico) reivindicou nesta segunda-feira (13) o massacre que deixou 50 mortos e 53 feridos no domingo (12/06) em Orlando, nos Estados Unidos, e qualificou Omar Mateen, acusado pelo ataque, como um "soldado do califado".

"O irmão Omar Mateen, um soldado do califado, realizou uma incursão de segurança com a qual conseguiu irromper no clube noturno de homossexuais de Orlando, onde matou e feriu mais de cem antes de ser assassinado", disse o grupo em uma mensagem divulgada naemissora de rádio Al Bayan.

Segundo a mensagem do EI, Deus teria permitido a Mateen atacar os 'cruzados' e destacou que a ação é "a maior registrada nos EUA pelo número de mortos".

O comunicado veio um dia após outra mensagem do grupo,  divulgada pela agência Amaq,  dizer que o massacre havia sido obra de "um combatente".

De acordo com emissoras norte-americanas, Mateen ligou para o serviço de emergência (911) e declarou lealdade ao Estado Islâmico antes do ataque.

O tirador, que levava um fuzil e uma pistola, morreu em um enfrentamento com a polícia, que entrou na boate Pulse após ser informada sobre o ataque.

Segundo o prefeito de Orlando, Buddy Dyer, das 50 pessoas mortas na boate, 39 delas faleceram no local e as outras 11 no hospital.

A ação, que começou por volta das 2h local (3h em Brasília) do domingo, foi o ataque com armas de fogo mais letal da história norte-americana e foi classificado pelo presidente Barack Obama como um "ato de terrorismo e ódio".

Editado por: Redação

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