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Saiba como fugir de notícias falsas na internet no 'Conectados' desta semana

Divulgação de histórias falsas pode ter consequências reais, estimulam a disseminação de ódio e até ações violência

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

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"Com as pessoas cada vez mais conectadas nas redes sociais, o alcance e impacto de boatos crescem muito rápido" / Divulgação

Notícias falsas sempre circularam por aí.

Mas com as pessoas cada vez mais conectadas nas redes sociais, o alcance e impacto desses boatos crescem muito rápido.

Os boatos são compostos, principalmente, por alertas sobre perigos em geral, tratamentos de saúde alternativos e grandes revelações ou denúncias de escândalos políticos.

A divulgação de histórias falsas pode ter consequências reais, estimulam a disseminação de ódio e, em casos extremos, pode provocar até mesmo ações violentas.

Por isso, a recomendação é que sempre, antes de compartilhar uma informação, você procure confirmar se ela é verdadeira. Avalie a origem da notícia.

Alguns sites ganham muito dinheiro divulgando boatos com títulos sensacionalistas para atrair cliques e lucrar com publicidade. Confiar na fonte da informação é fundamental.

Vale também conferir a data da publicação, pois às vezes coisas antigas voltam a circular nas redes sociais.

Lembre-se sempre que, não é por estar publicado em sites, redes sociais, blogs ou compartilhado em grupos do WhatsApp de famílias ou amigos que necessariamente é verdade.

Sites como o e-farsas.com e boatos.org ajudam a esclarecer muitas dessas mentiras que circulam na internet.

Às vezes, uma rápida pesquisa no Google sobre o assunto pode ser útil para evitar que a gente espalhe este tipo de conteúdo.

Tornar a internet um território mais confiável é tarefa de cada um de nós.

Ajude fazendo a sua parte.

Edição: Beatriz Pasqualino