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Economia

Empresários criticam anúncio de estudos para aumentar impostos

Governo ainda não informou quais impostos subiriam

31.mar.2017 às 20h03
Radioagência Nacional Brasília (DF)
Eliane Gonçalves
Para Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio, o ajuste fiscal deve se restringir ao corte de gastos do governo

Para Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio, o ajuste fiscal deve se restringir ao corte de gastos do governo - Para Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio, o ajuste fiscal deve se restringir ao corte de gastos do governo

O anúncio de que o governo estuda aumentar impostos, assusta Suely de Lima sempre trabalhou no comércio e hoje é dona de um restaurante self-service em São Paulo: "Eu acho que a gente já paga muito imposto. É pedir demais pro proprietário que ainda aumente mais impostos."

A reação da Fecomércio, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo é parecida. Bastou o anúncio do governo para a instituição divulgar um nota se colocando contra a medida e afirmando que qualquer aumento de tributo, nesse momento, vai retardar o processo de recuperação da economia.

Para Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio, o ajuste fiscal deve se restringir ao corte de gastos do governo: "A gente entende que o governo tem que fazer o ajuste fiscal e tem. Mas ele tem gastos suficientes para fazer esse ajuste 100% com corte de gastos. É difícil fazer isso, é politicamente difícil , mas tem que ser enfrentado esse problema."

Segundo o Ministério da Fazenda, o governo tem um déficit de pouco mais de R$ 58 bilhões, quase metade dos R$ 120 bilhões do orçamento que podem sofrer cortes. Um orçamento, que segundo o ministro da Planejamento, Dyogo Oliveira, foi adequado à política de teto de gastos e já não tem mais onde cortar.

Clemente Lúcio, diretor técnico do DIEESE, Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, concorda que o governo não tem mais onde cortar e que é preciso aumentar a arrecadação para que o governo possa ajudar a alavancar a economia e sair do que ele chama de espiral recessiva: "É evidente que nesse momento de gravíssima recessão aumentar os impostos pode-se estar triando os recursos de parte da sociedade, de parte das empresas que poderiam estar realizando investimentos, mas na prática, essas empresas não estão fazendo isso. Então, nesse momento, é importante que o estado arrecade e faça, sim, o investimento e garanta o investimento."

O medo de investir é algo que Suely, também já notou: "Se eu quiser vender meu restaurante hoje, nem sei se eu encontro comprador porque ninguém tá querendo investir."

O economista do DIEESE também defende que os impostos a serem aumentados incidam apenas sobre a renda e os bens das pessoas mais ricas.

Para o economista da Fecomércio esse seria uma medida aparentemente simpática, mas desastrosa, já que os impostos seriam repassados para a população. O governo ainda não informou quais impostos podem aumentar.

Editado por: Mauro Ramos
Tags: economiaradioagência
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