Acampamento Lula Livre

Editorial | Tempos de organização popular

O dia Primeiro de Maio, Dia dos Trabalhadores, apresenta neste ano uma união inédita de todas as centrais sindicais

Brasil de Fato | Curitiba (PR)

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Como se vê, até as eleições, será um semestre intenso de mobilizações, no qual a participação de cada pessoa é importante / Joka Madruga

A vigília Lula Livre, feita a poucos metros da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, é um espaço em que os olhos de todo o país estão voltados, onde lideranças nacionais visitam diariamente para denunciar os atropelos à democracia que acontecem hoje.

Neste momento, a Frente Brasil Popular, que reúne mais de 80 organizações, aponta um calendário de mobilizações nacional em defesa da democracia, da liberdade do ex-presidente Lula, recordando também o assassinato brutal, e não solucionado, da vereadora carioca Marielle Franco.

O dia Primeiro de Maio, Dia dos Trabalhadores, apresenta neste ano uma união inédita de todas as centrais sindicais e movimentos populares, que devem concentrar esforços em Curitiba em defesa de Lula.

Estão sendo formados também Comitês Populares “Lula Livre”, em escolas, universidades e locais de trabalho. Ao lado disso, são criados os chamados Congressos do Povo, com participação de lideranças para debater os principais problemas do país.

Houve o lançamento da experiência da Frente Ampla pela Democracia, Soberania Nacional e Direitos do Povo, que recentemente reuniu sete partidos, iniciativa de união comum que deve acontecer nos estados. Como se vê, até as eleições, será um semestre intenso de mobilizações, no qual a participação de cada pessoa é importante.

 

Edição: Pedro Carrano