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Editorial | As fragilidades do lado de lá

"Os partidos da direita se destruíram ao apostar em um golpe disfarçado de impeachment"

24.maio.2018 às 14h04
Belo Horizonte (MG)
Redação
"A economia piorou para eles também. Só quem segue ganhando são os bancos"

"A economia piorou para eles também. Só quem segue ganhando são os bancos" - Marcos Fernandes/ObritoNews

Desde que a direita passou a ocupar o governo federal com Temer, conseguiram impor muitas derrotas aos trabalhadores. Olhando de longe, eles parecem muito fortes, afinal, conseguiram jogar o peso da crise econômica sobre o povo mais pobre. 
Cresceu o desemprego, aumentou a precarização do trabalho, congelaram os recursos para investimentos sociais por 20 anos, cortaram os programas sociais criados por Lula e Dilma, a mortalidade infantil teve aumento de 11%, o custo de vida está mais alto, entre muitos outros retrocessos. É verdade também que eles controlam os grandes meios de comunicação empresariais, boa parte do poder Judiciário e Legislativo, sem falar no poder econômico. 
Mas nada disso lhes dá estabilidade, segurança e garantia de continuidade da sua dominação. Seu poderio tem muitos elos frágeis, pés de barro, fissuras, telhados de vidro, chamemos como quisermos. 
Uma das principais fragilidades é que o programa dos ricos, das elites econômicas e políticas, não é aceito pelo povo. As pesquisas deixam claro que as pessoas não querem privatizações, um estado diminuto que não garanta saúde e a educação pública e de qualidade, a retirada de direitos, o fim da aposentadoria etc. 
Outra fragilidade deles é que não conseguem emplacar seus candidatos. Já tentaram lançar vários, de artistas a apresentadores e juízes. Não têm convencido. O principal candidato deles, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, não decola, ao contrário, na última pesquisa caiu para 3% das intenções de voto. 

Divididos, enfraquecidos e sem candidatos viáveis
Além disso, eles seguem divididos entre eles. Mesmo a burguesia interna, o grande empresariado, que apostou no golpe do impeachment achando que o projeto neoliberal os ajudaria, já ensaiam pular fora desse barco. A economia piorou para eles também. Só quem segue ganhando são os bancos. 
Os partidos da direita se destruíram ao apostar em um golpe disfarçado de impeachment. O PSDB está em frangalhos. A principal liderança do partido em Minas, Aécio Neves, virou uma persona não grata. Ninguém quer sair na foto com ele. 
E sobretudo, o projeto deles, neoliberal, aprofunda a crise e não soluciona os problemas concretos do povo. E sem resolver os problemas da economia, eles não se sustentarão. 
Com a unidade da esquerda em torno da candidatura de Lula – que segue em primeiro lugar nas pesquisas – com muitíssimo trabalho, e o envolvimento de todos, temos condições de derrota-los nas eleições de outubro. 

Editado por: Joana Tavares
Tags: direitaeditorial
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