BAFÁFÁ

Coluna Bafafá | Destaque na novela, a vida de Rosa sofre uma reviravolta

Rosa escolhe dinheiro e poder ao invés de amor

Brasil de Fato | Belo Horizonte (MG)

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Reprodução/ / TV Globo

Depois que Rosa (Letícia Colin) descobriu que seu namorado Valentim (Danilo Mesquita) foi roubado quando criança de Luzia (Giovanna Antonelli) pela dupla de vilãs Karola (Deborah Secco) e Laureta (Adriana Esteves), sua vida virou uma confusão na novela “Segundo Sol”. Para comprar seu silêncio, a cafetina Laureta lhe oferece R$ 300 mil, perdoa suas dívidas e ainda oferece sociedade para a garota no seu negócio.  A jovem fica num dilema: contar a verdade para o seu namorado ou aceitar a tentadora proposta. E Rosa, apontada e admirada como uma das mocinhas da trama, prefere terminar o apaixonado relacionamento com Valentim e ficar com a grana. Espertinha, ela! 

O seu novo status social vai abalar o comportamento da ex-garota de programa. Agora rica e poderosa, a mocinha irá fazer parte do covil de Laureta e Karola. A intérprete de Rosa, Letícia Colin, defendeu a postura da personagem, que, uma vez livre da prostituição e das dívidas, poderá dar a volta por cima e se emancipar definitivamente da família, que recentemente a expulsou de casa.  

Rosa é o grande destaque da novela das 9. Desde o início da segunda fase da trama, ela foi ganhando um protagonismo que cativou o público, ofuscando alguns personagens principais. De certa forma, Rosa está envolvida em quase todos os núcleos da novela e vem dando embalo e fortes emoções ao folhetim. Aguardemos suas próximas emoções e aventuras! 

E na próxima semana tem estreia na TV. “O Tempo não para” promete trazer uma trama bem interessante e humorada para o horário das 7. A novela contará a história de vários personagens vítimas de um naufrágio, ocorrido em 1886, que surgem congeladas em um imenso bloco de gelo no litoral paulista em pleno 2018. Como num milagre, eles ressurgem e deparam com a realidade do século 21. Estou curioso para conferir as confusões e os choques culturais, sociais e tecnológicos dessa galera. E você?

Um abraço, 

*Felipe Marcelino é professor de filosofia. 

 

Edição: Joana Tavares