Na Geral

Brasil tenta voltar ao topo no surf

Neste sábado (8) tem início, no Havaí, última etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL)

Brasil de Fato | Recife (PE)

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Surfista Gabriel Medina, campeão em 2014 / Divulgação

Após 10 etapas, dois brasileiros e um australiano disputam o título de melhor surfista do mundo em 2018: Gabriel Medina, campeão em 2014, tem 56.190 pontos e tenta seu segundo troféu; seguido por Felipe Toledo e Julian Wilson, ambos com 51.450 pontos e que nunca chegaram ao topo da WSL. A disputa se estende durante a semana, dependendo das condições do mar, podendo chegar até o dia 20.

Se Medina for finalista na Pipeline Masters, no Havaí, já terá pontuação suficiente para ser campeão da temporada, independente de quem leve o caneco em Oahu. Se for semifinalista, Medina precisará torcer para que Toledo e Wilson não sejam campeões da etapa. Nesta temporada alguns dos grandes surfistas ficaram de fora de boa parte da competição devido a lesões - a exemplo do atual bicampeão John John Florence, além de Kelly Slater e o brasileiro Caio Ibelli.

Entre as mulheres a campeã de 2018 é Stephanie Gilmore, detentora de seis títulos entre 2007 e 2014. A única que poderia tirar seu sétimo título era a norte-americana Lakey Peterson, que acabou eliminada já no Round 2. A havaiana naturalizada brasileira Tatiana Weston Webb fez uma boa competição, mas ficou na quarta colocação no ranking geral.

Já a cearense Silvana Lima está machucada e, por isso, deixou de competir em três etapas da liga. Fechou a temporada na 13ª colocação, mas comemorou ter sido classificada para continuar na elite do surf mundial, competindo na WSL 2019.

Edição: Marcos Barbosa