Exposição

Museu em BH conta história dos militares que não apoiaram o fascismo

Reaberto este ano, Museu da Força Expedicionária Brasileira lembra os pracinhas, grupo que lutou durante Segunda Guerra

Brasil de Fato | Belo Horizonte (MG)

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Casa fica na Rua dos Tupis, 723, Centro da capital mineira / Foto: Reprodução

Uma viagem à Segunda Guerra Mundial (1939/1945) sem deixar Belo Horizonte: essa é a proposta do Museu da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que existe desde a década de 1980 e foi reaberto este ano no Centro da capital (Rua dos Tupis, 723).

A partir de artefatos como uniformes, armas, jornais da época, fotos, materiais de treinamento, medicamentos, utensílios para alimentação e higiene, documentos, medalhas, bandeiras e insígnias, o espaço conta a história dos combatentes brasileiros que migraram para guerrear após o Brasil declarar apoio contra o nazismo e o fascismo.

Relembrar é preciso

O Brasil começou a participar do conflito em 1942, ao lado dos Estados Unidos, Império Britânico, União Soviética e França. Eles lutavam para derrotar a Alemanha de Hitler, que havia se unido à Itália e ao Japão.

Os soldados que integravam a FEB eram também conhecidos como “pracinhas”. Deste grupo, o país enviou 25 mil homens – 2.947 mineiros –, além de outros 48 pilotos e 400 militares da Força Aérea Brasileira (FAB). Todos desembarcaram na Itália em 1944, um ano antes do fim da guerra, quando o território já estava parcialmente ocupado pelo exército alemão.

Serviço

Museu da Força Expedicionária Brasileira (FEB)

Onde: Rua dos Tupis, 723 – Centro, Belo Horizonte

Funcionamento: Terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h30 / Sábados e domingos, das 9h30 às 13h

Edição: Joana Tavares