IGUALDADE

Servidoras lutam por flexibilização de horário para assistir Copa do Mundo feminina

Associação de Desenvolvimento de Políticas Sociais quer tratamento igual ao dado na competição masculina em 2018

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

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A ideia das servidoras é que o horário seja flexibilizado e as horas repostas / Rovena Rosa/Agência Brasil

A Associação de Desenvolvimento de Políticas Sociais (Andeps), que representa Analistas Técnicas/os de Políticas Sociais (ATPS), impulsionada pelas mulheres da categoria, enviou uma carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo a liberação da servidoras e servidores - com reposição de horas não trabalhadas- para assistir a Copa do Mundo feminina, que começa nesta sexta-feira (7).

O documento, enviado na última quinta-feira (30), evidencia a desvalozarização de desigualdade entre os esportes e pede que haja uma resposta institucional de flexibilização dos horários, como aconteceu com a masculina em 2018.

Ressaltando que é a primeira vez que a competição será transmitida em TV aberta, a carta pede "iniciativas e medidas institucionais que fomentam a igualdade de gênero, seja de forma material ou simbólica."

A seleção estreia no domingo (9), às 10h30 contra a Jamaica; na quarta (13/6), 13h, enfrenta a Austrália e na terça, 18/6, às 16h, fecha a primeira fase num embate com a Itália.

Confira abaixo a íntegra da nota:

 

 

Edição: Pedro Ribeiro Nogueira