Meio Ambiente

Coordenador do Greenpeace alerta para "guerra antiambiental" no Brasil

Para Marcio Astrini, flexibilização das leis nacionais pode gerar legislações concorrentes entre os estados

Brasil de fato | Guararema (SP)

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Ouça o áudio:

Mau licenciamento pode resultar em danos ambientais e sociais / Douglas Magno / AFP

A flexibilização da lei de licenciamento ambiental pode provocar uma “guerra antiambiental” no Brasil. É o que afirma o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace, Marcio Astrini. Ele conversou com a reportagem do Brasil de Fato em Guararema (SP), onde participa do Seminário Terra e Território: Diversidade e Lutas, que acontece entre os dias 6 e 8 de junho.

“Existe uma expectativa por alguns grupos dentro do Congresso de enfraquecer muito esse licenciamento, retirando regras nacionais e deixando para os estados definirem o que precisa ou não ser licenciado, bem como o rigor do licenciamento", explica. "Ou seja, você pode ter uma obra com um rigor em um estado e outra igual com rigor diferente em outro, criando uma espécie de “guerra antiambiental”.

A entrevista completa está disponível em áudio.

Acompanhe no Brasil de Fato a cobertura especial do evento.

 

Edição: Geisa Marques