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Artigo | Filosofia, política e lutas: 30 anos sem Raul Seixas

Em 1989, o Brasil vivia, após as lutas pela redemocratização, a expectativa por uma eleição presidencial

Brasil de Fato | Curitiba (PR)

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Raulzito nos ensina que é preciso "tentar outra vez" e que a "vitória não está perdida" / Divulgação

Mil novecentos e oitenta e nove. O Brasil vivia, após as lutas pela redemocratização, a expectativa por uma eleição presidencial que culminou com a vitória de Collor de Mello, o presidente corrupto, que derrotou a Frente Brasil Popular, à época com Lula como candidato. 

No dia 21 de agosto daquele ano, morria em São Paulo, aos 44 anos, o cantor e compositor baiano Raul Seixas. Depois de 30 anos, suas músicas continuam atuais e em alguns aspectos surpreendem pela semelhança com a conjuntura difícil que estamos vivendo. 

Temos um presidente que simplesmente quer "alugar o Brasil", e agora vivemos a necessidade de que nunca se vence uma guerra sozinho". 

Raulzito nos ensina que é preciso "tentar outra vez" e que a "vitória não está perdida". 

A construção de um outro mundo possível será concretizada quando "todo homem e toda mulher" conscientizar-se que é uma "estrela". 

Viva os "que sonham em serem livres", e viva Raul Seixas. 

 

*Daniel Barbosa é militante há 501 dias na Vigília Lula Livre. 

Edição: Pedro Carrano