Persona non grata

Gremistas criticam clube após convite de Renato Gaúcho a Bolsonaro

Técnico pediu presença do presidente no jogo de domingo (24); Movimento Grêmio Antifascista divulgou carta de repúdio

Brasil de Fato | Natal (RN) |
Em agosto, o comandante do Exército brasileiro, general Edson Pujol, entregou uma camisa do Grêmio para Bolsonaro
Em agosto, o comandante do Exército brasileiro, general Edson Pujol, entregou uma camisa do Grêmio para Bolsonaro - Reprodução

O convite feito por Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, para que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assista à partida do clube de Porto Alegre contra o Palmeiras, no domingo (24) repercutiu mal entre torcedores. Na internet, as duras críticas feitas pelos internautas levaram o nome de Renato Gaúcho aos assuntos mais comentados. Além disso, o Movimento Grêmio Antifascista divulgou carta aberta afirmando que a presença de Bolsonaro em um jogo do Grêmio é uma ofensa profunda. Na nota, os gremistas chamam Bolsonaro de "racista" e "neofascista".
No mês passado, Renato Gaúcho provocou ira dos torcedores ao usar machismo como metáfora para mau desempenho do Grêmio. Na ocasião, ele afirmou que “Se bobear, uma mulher grávida faria gol no Grêmio”, após uma derrota de 5 a 0 em partida contra o Flamengo pela semifinal da Libertadores da América.
 

Edição: Isadora Morena