Vídeo

Analistas veem militarização, racismo e interesses externos na eleição boliviana

Giovani del Prete e Cláudia Peña conversaram ao vivo com Michele de Mello, jornalista de Brasil de Fato

No audio source provided.
Pela primeira vez nos últimos 15 anos, as Forças Armadas irão transportar as urnas no final da votação. | Crédito: TSE Bolívia

Os bolivianas foram às urnas neste domingo (18), quase um ano após o golpe de Estado, para uma das eleições mais acirradas e turbulentas da história.

Luis Arce, do partido Movimento ao Socialismo (MAS), é apontado como favorito pelas pesquisas de intenção de voto. Atrás dele, estão o ex-presidente Carlos Mesa (Comunidade Cidadã), representante da direita tradicional, e o empresário Luis Fernando Camacho (Acreditamos), considerado um dos operadores do golpe de 2019.

Todas as pesquisas apontam para a possibilidade de vitória de Arce em primeiro turno – segundo alguns institutos, no limite da margem de erro. Para isso, o candidato do MAS precisa fazer mais de 40% dos votos e abrir 10 pontos percentuais sobre o segundo colocado. Nas últimas três pesquisas, a diferença para Mesa está entre 7 e 10,5 pontos.

Para entender a importância do processo eleitoral e as tensões políticas que se impõem sobre a votação, o Brasil de Fato conversou ao vivo com o analista político Giovani del Prete e com a ex-ministra de Autonomias da Bolívia. 

A apresentação é de Michele de Mello. Confira:

Editado por: Daniel Giovanaz

|

Newsletter