A advogada Marina Dermmam é apoiada por mais de 130 entidades da sociedade civil, movimentos sociais, comunitários, povos e comunidades tradicionais, associações indígenas, quilombolas, ribeirinhas e pecuaristas familiares do RS para a candidatura de Ouvidora-Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS). Ela também recebeu declaração de apoio de duas referências nacionais na luta pelos Direitos Humanos no Brasil: Deborah Duprat, procuradora da República aposentada, e ex-coordenadora da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), vice-procuradora-geral da República e de Darci Frigo, vice-presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos.
A escolha da ouvidoria externa da defensoria pública será na próxima terça-feira (30), às 10h, e ocorrerá por meio eletrônico.
“Marina reúne as melhores condições para estar na ouvidoria da DPE/RS, pela sua enorme capacidade de interlocução com as muitas e diversas lutas coletivas e a possibilidade de concretizá-las por meio do acesso à justiça”, declarou Deborah Duprat sobre as características da candidata.

Marina no aniversário da ONG Acesso com Jacques Alfonsin em 2015 / Divulgação
Integrante da Rede Nacional de Advogadas/os Populares (Renap), Marina Dermmam atua há mais de uma década na defesa de diversos grupos vulneráveis na luta por acesso à justiça, e se candidata ao cargo de ouvidora-geral da DPE/RS para o período de 2021 a 2023.
As ouvidorias externas são órgãos relevantes para aprimorar o funcionamento de qualquer instituição. No Brasil, as Defensorias Públicas Estaduais deram passos importantes com a possibilidade de indicações de pessoas da sociedade civil, fora da carreira de Defensor Público, que se candidatam ao cargo de ouvidor-geral.
“As Ouvidorias Externas são um canal para ouvir o povo e incidir para que tenham seus direitos garantidos pelo sistema de justiça. Marina Dermmam, por seu histórico de compromisso vivido na defesa dos direitos humanos, é a candidata certa para assumir a Ouvidoria!”, defende Darci Frigo do CNDH.
A candidata representa o esforço coletivo da união de grande parte das organizações de direitos humanos para ampliar o projeto da ouvidoria cidadã no Rio Grande do Sul. As entidades manifestaram oficialmente seu apoio através de uma carta, que pode ser lida aqui.
Seis nomes disputam a vaga, quatro mulheres e duas pessoas negras (uma mulher e um homem): Cristina Gross Villanova, Daniel Vargas De Farias, Geisa Carmo Da Silva, Gleidson Renato Martins Dias, Marina Ramos Dermmam e Simone Schroeder.
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