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Qual o tempo de isolamento? E se não houver teste? Programa Bem Viver tira dúvidas sobre covid

Confira depoimentos emocionantes de crianças que receberam a primeira dose da vacina contra o coronavírus

Ouça o áudio:

"Fiquei muito feliz, as crianças vão ficar mais seguras contra o coronavírus", diz Ana Sofia, de 7 anos, indígena do povo Atikume e primeira vacinada de Santo André - Prefeitura de Santo André
Eu estava muito ansiosa para tomar a vacina e fiquei muito feliz, as crianças vão ficar mais seguras

Qual deve ser o período de isolamento? O que eu devo fazer se não conseguir realizar o teste? Em meio a escalada de casos de covid-19, ao avanço da variante ômicron e a falta de testes em laboratórios de diversas regiões, é comum que a população tenha novas dúvidas sobre como evitar contágios pelo coronavírus.

Por isso, a edição de hoje (20) do Programa Bem Viver convidou a professora Raquel Stucchi, integrante da Sociedade Brasileira de Infectologia, para esclarecer questões a respeito deste momento da pandemia.

A especialista também esclarece dúvidas sobre a vacinação, inclusive a de crianças, que teve início nesta semana em diversos municípios do país.

Vacinação infantil

A prefeitura de São Paulo abriu o cadastro para famílias se inscreverem para receber a xepa da vacinação infantil, aquelas doses que sobram no final do dia de imunização de grupos prioritários e que seriam descartadas. O cadastro foi carinhosamente apelidado de “xepinha” e pode ser feito direto nas unidades de saúde.

Quem já se vacinou, não esconde a alegria. O Bem Viver preparou um clipe emocionante com depoimentos de crianças que já receberam a primeira dose. Os pequenos esperam há dois anos pela proteção.

“Eu estava muito ansiosa para tomar a vacina. Fiquei muito feliz, as crianças vão ficar mais seguras contra o coronavírus”, disse a menina indígena Ana Sofia, de 7 anos, que pertence ao povo Atikume e mora em Santo André. “Foi emocionante! A vacina é para a nossa saúde”, disse Caio Desotti, que tem 11 anos e mora em São Caetano do Sul.

Naná Vasconcelos

O acervo do músico Naná Vasconcelos, reconhecido como um dos melhores percussionistas do mundo, está sem lugar para armazenamento e será encaminhado para um depósito em Recife.

O músico faleceu em 2016, e desde então os itens dele ficaram na casa onde vive a viúva, Patrícia Vasconcelos. Ela, porém, terá que entregar o espaço e os itens preciosos do músico ficarão sem o devido cuidado, já que o poder público não se manifestou para resolver a situação

Naná Vasconcelos foi considerado inúmeras vezes o melhor percussionista do mundo. É uma referência para diversos músicos, de diferentes estilos.


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Edição: Sarah Fernandes