Futebol masculino

Coluna do Coritiba | Quando improvisar é possível

Nesta época do ano, os acidentes mais lastimáveis causam menos prejuízos coletivos

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Coluna da edição 244 do Brasil de Fato Paraná | Crédito: Arte: Vanda Moraes

Quase todos os clubes disputam a primeira fase dos estaduais com esboços da estrutura pretendida dos elencos para o restante de cada temporada. O Coritiba de 2022 não é diferente.

É natural que o treinador Gustavo Morínigo experimente variações táticas e observe a capacidade de entrosamento de jogadores de um mesmo setor entre si e a aptidão de cada um deles para fazer transitar a bola de um território para outro do campo de jogo.

Nesta época do ano, os acidentes mais lastimáveis causam menos prejuízos coletivos, porque eventual perda de pontos pode ser compensada depois. É o caso da carência coxa-branca na lateral-direita, decorrente da fratura sofrida por Natanael. A adaptação de improviso do volante Val foi testada na posição contra o Londrina, o que permitiu a estreia do recém contratado Andrey. Ensaio dessa natureza em jogo da Série A seria temerário.

Editado por: Lia Bianchini

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