Mudança

Calendário de vacinação contra a gripe é antecipado no Rio; confira as novas datas

Meta da campanha de vacinação, que começou na última semana, é de alcançar uma cobertura de 90% dos grupos prioritários

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“Uso de máscaras, lavagem das mãos e principalmente a vacinação, são indispensáveis”, alerta o secretário de Saúde | Crédito: Foto: Giorgia Prates

O calendário de vacinação contra a gripe foi antecipado no município do Rio de Janeiro. A partir desta segunda-feira (11), idosos a partir de 60 anos já podem ser imunizados contra a Influenza nas clínicas da família e centros municipais de saúde. 

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Também podem ser vacinados os trabalhadores da saúde de qualquer idade em seus locais de trabalho. A campanha segue até o dia 3 de junho.

A Secretaria municipal de Saúde informou que os idosos que ainda não tomaram a dose de reforço de covid-19 podem receber as duas vacinas juntas.

Segundo a Prefeitura do Rio, a meta da campanha de vacinação, que começou na última semana, é de alcançar uma cobertura de 90% dos grupos prioritários, o que corresponde a cerca de 1,8 milhão de pessoas na cidade.

Estudos comprovam que a vacina contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% da mortalidade global, e em aproximadamente 50% doenças relacionadas à influenza.

Como fica o calendário?

11 a 30 de abril:

– Idosos com 60 anos ou mais;

– trabalhadores da saúde de qualquer idade em seu local de trabalho.

2 a 7 de maio:

– Crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias;

– gestantes e puérperas.

9 a 14 de maio

-Trabalhadores da saúde e demais grupos prioritários (50 a 59 anos);

– repescagem.

16 a 21 de maio

– Trabalhadores da saúde e demais grupos prioritários (40 a 49 anos);

– repescagem.

23 a 28 de maio

– Trabalhadores da saúde e demais grupos prioritários (30 a 39 anos);

– Repescagem;

30 de maio a 3 de junho

– Trabalhadores da saúde e demais grupos prioritários (5 a 29 anos);

– repescagem.

Quem são os grupos prioritários?

– quilombolas e comunidades indígenas;

– trabalhadores da educação;

– pessoas com deficiência permanente;

– caminhoneiros;

– trabalhadores de transporte rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;

– trabalhadores portuários;

– forças de segurança e salvamento;

– forças armadas;

– funcionários do sistema prisional;

– população privada de liberdade;

– pessoas com comorbidades, como portadores de doenças respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas crônicas, e outras a serem detalhadas em breve, conforme o Plano Nacional de Imunização (PNI).

Editado por: Mariana Pitasse

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