Cultura popular

Rio pode ter programa de incentivo às atividades das Baianas do Acarajé

Projeto de lei pretende contribuir para a preservação do ofício tradicional da cultura popular brasileira

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“No tabuleiro tem acarajé, abará, cocada, bolinho de estudante, passarinha, tem outras que botam bolo”, exemplifica Rita Ventura, presidenta da Associação Nacional das Baianas de Acarajé | Crédito: Associação Nacional das Baianas de Acarajé

As Baianas do Acarajé podem ter um programa estadual em defesa e incentivo às suas atividades no Rio de Janeiro. É o que estabelece o Projeto de Lei 5.556/22, de autoria da deputada Tia Ju (REP), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em primeira discussão, na última quinta-feira (25). 

A proposta ainda precisa ser votada em segunda discussão pela Casa.

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Os principais objetivos do programa são garantir que a atividade de produção e venda dos quitutes possa ser exercida em todos os municípios fluminenses, visando à diversidade cultural e o interesse turístico e histórico que representa.

Além disso, também promover as condições necessárias para o exercício do ofício das baianas de acarajé, inclusive que as quituteiras possam preparar as suas iguarias típicas nos locais autorizados para a sua comercialização, entre elas o acarajé e o abará.

“Queremos contribuir para a preservação desse ofício tradicional e histórico de grande importância para a nossa cultura. Ao propormos a garantia de que a atividade de produção e venda dos quitutes baianas de acarajé possa ser exercida em todos os municípios do estado, estamos, acima de tudo, defendendo não só a culinária afro-brasileira, mas também o interesse turístico e histórico que esse ofício representa”, destacou a parlamentar.

Editado por: Mariana Pitasse

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