CELEBRAÇÃO

Lula convoca festa na Avenida Paulista mesmo sem vitória no 1º turno: "Nós ressurgimos"

Ex-presidente lidera todas as pesquisa, com chance de ser eleito presidente da República neste domingo (2)

Brasil de Fato | Brasília (DF) |

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No último dia de campanha, ex-presidente concedeu entrevista coletiva após caminhada em São Paulo - Ricardo Stuckert

O candidato do PT à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que vai para a Avenida Paulista no domingo (2) comemorar qualquer que seja o resultado do primeiro turno das eleições 2022. O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou o uso da via por apoiadores, a partir das 20 horas, três horas depois de finalizada a votação em todo o país.

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"Quero dizer para vocês que, amanhã, eu estarei festejando se ganhar no 1º turno ou se for para o 2º turno. Vamos para a Paulista fazer festa! E vamos trabalhar porque ressurgir das cinzas como nós ressurgimos é motivo de muita alegria, muita vitória, muita luta que faremos daqui para a frente", afirmou o ex-presidente em coletiva de imprensa na tarde deste sábado (1º).

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O diretório estadual do PT de São Paulo conseguiu aval da Justiça para usar a Avenida Paulista no próximo domingo, após o horário de votação. Em decisão liminar nesta sexta-feira (30), o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) autorizou o partido a reunir apoiadores no dia das eleições a partir das 20h30min. A utilização da Paulista também vinha sendo cobiçada por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).

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Na entrevista, Lula ainda criticou Bolsonaro: "Esse país não merecia o sofrimento a que foi submetido, por ganância, por raiva, por ódio, por preconceito, pela prática do racismo. Todo mundo sabe que, por mais que a gente tenha cometido um pecado, a gente não merecia ter sido condenado e ganhado esse Bolsonaro como presidente da República do Brasil".

Mais cedo, Lula participou de de um ato político neste sábado (1), na Avenida Paulista, em São Paulo, com a participação do candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin, do candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) e do ex-governador Márcio França (PSB), que concorre ao Senado.

Edição: Thalita Pires