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Audiência pública na Alep discute apagões da Copel

Empresa dobra lucro líquido enquanto aumentam reclamações dos consumidores

07.mar.2024 às 13h48
Curitiba (PR)
Manoel Ramires

Audiência no dia 18 de março vai debater problemas da Copel após privatização - Foto: Valdir Amaral

Como uma empresa que fatura R$ 2,2 bilhões e pretende distribuir mais de R$ 1,1 bilhão de 2023 tem deixado o Paraná inteiro no apagão, piorado o tempo de atendimento e ainda ser multada pela ANEEL por causa das recorrentes alterações de tensão? Essa é a realidade da Copel que uma audiência pública no próximo dia 18 de março deve debater. Convocada pelos deputados estaduais Arilson Chiorato (PT), Luciana Rafagnin (PT) e Anibelli Neto (MDB), o debate com especialistas deve avaliar as condições da empresa privatizada pelo governador Ratinho Junior (PSD) e que manteve na presidência da Companhia o seu indicado político, Daniel Pimentel, irmão do pré-candidato à Prefeitura de Curitba, Eduardo Pimentel (PSD).

Segundo os deputados, “o objetivo é buscar uma solução para as constantes interrupções do fornecimento de energia no Estado, que aumentou significativamente depois da venda da Copel, causando transtornos e prejuízos econômicos tanto para a população quanto para o setor comercial e agrícola”.

Dados da ANEEL mostram que o “Número de Ocorrências Emergenciais com Interrupção de Energia Elétrica” aumentou substancialmente. O pior resultado, por outro lado, é o “Tempo Médio de Preparação”. Em dezembro de 2022, o TMP foi de 175 minutos. Já em dezembro de 2023 saltou para 306 minutos. Ou seja, mais de cinco horas. Na média quadrimestral, a Copel privatizada superou negativamente a Copel pública em 44,9%.

A Copel privatizada já tem recebido volume maior de multas da ANEEL. Anualmente a empresa paga multas elevadas por causa do problema. Notificações que saltaram nos últimos anos. Para se ter uma ideia, a média registrada entre os anos de 2011 a 2018 ficou em R$ 69,7 mil. Já na gestão do governador Ratinho Junior e do CEO da Copel indicado por ele, Daniel Pimentel, o valor saltou para R$ 342 mil em 2018. Os patamares se mantiveram altos e em 2023, no ano da privatização, a Copel teve que pagar R$ 506 mil por descumprimento da tensão regulamentada. Ou seja, crescimento de  625%.

Piora que melhora

A piora do atendimento e o aumento das reclamações dos consumidores não parecem preocupar o CEO da Copel, Daniel Pimentel. O irmão do vice-prefeito de Curitiba comemorou o lucro da companhia em comunicado ao mercado. 

“O êxito do processo de transformação em corporação esteve alinhado às demais operações da empresa. Alcançamos um EBITDA ajustado de R$ 5,8 bilhões e um lucro líquido de R$ 2,3 bilhões, um crescimento de 102% em relação ao ano anterior”, disse.

Editado por: Lia Bianchini
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