NA BRONCA

Sem fardamento e kits escolares, estudantes da rede pública voltam a protestar contra o Governo de Pernambuco

Mobilização acontece a partir das 14h30, na Secretaria de Educação, bairro da Várzea; críticas à merenda estão na pauta

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Protesto de estudantes da rede pública de Pernambuco | Crédito: Sintepe/divulgação

Na tarde desta sexta-feira (28), estudantes da rede pública estadual realizam mais um protesto contra o Governo de Pernambuco. A mobilização cobra a entrega de fardamento e material escolar, que ainda não chegou nas unidades de ensino passados dois meses do início do ano letivo 2025. O ato está marcado para as 14h30, em frente à Secretaria Estadual de Educação, na avenida Afonso Olindense, nº 1513, bairro da Várzea, zona oeste do Recife.

Com a palavra de ordem “em defesa da educação, por fardamento e caneta na mão”, o protesto é convocado pela União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas (Umes). Além da mencionada cobrança pelo material, a entidade cita problemas como falta de professores, falta de merenda, salas de aula quentes e problemas de infraestrutura nos edifícios escolares. O chamado não se restringe aos estudantes, se estendendo também às famílias e trabalhadores da educação que desejam melhores condições para as escolas.

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As mobilizações estudantis na rede estadual têm sido recorrentes neste mês de março. Nesta quinta-feira (27), estudantes das escolas Filipe Camarão e Jurandir Bezerra Lins, respectivamente em Jaboatão e Igarassu, protestaram pela instalação de aparelhos de ar condicionado nas salas de aula. Enquanto em Igarassu as aulas foram paralisadas para um protesto na área interna da escola, em Jaboatão os adolescentes foram às ruas com faixas e cartazes e chegaram a trancar o trânsito na Estrada da Batalha (PE-008).

No último dia 13 de março, no Sertão do estado, estudantes da Escola Estadual Dom Hélder Câmara, em Lagoa Grande, onde as temperaturas podem chegar aos 35º C, também foram às ruas para pedir climatização da escola. Naquele mesmo dia, estudantes da escola Senador Novaes Filho, na Várzea, Recife, foram às ruas para denunciar que estão paradas as obras no edifício da escola, de onde eles foram removidos “temporariamente” há um ano, já que havia risco de desabamento do teto.

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Editado por: Vinicius Sobreira

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