CULTURA

Documentário resgata histórias de dor e resistência dos bancários atingidos pelas enchentes no RS

'Marcas D’Água' terá exibição única no CineBancários; sessão contará com lançamento do Armazém do Campo

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Documentário “Marcas D’Água” resgata as memórias de bancários atingidos pela enchente de 2024 no RS, com exibição única no CineBancários, em Porto Alegre (RS) | Crédito: Foto: Luiza Castro/Sul 21

Na próxima terça-feira (27), o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) promoverá a estreia do documentário “Marcas D’Água – Memória dos bancários gaúchos nas enchentes de 2024”. Com 23 minutos de duração, o filme será exibido às 19h no CineBancários, com transmissão simultânea pelo canal do sindicato no YouTube. A entrada é gratuita, com distribuição de senhas a partir das 18h, conforme a lotação da sala.

Dirigido por Thiago Lazeri e produzido pela Camba Filmes, o documentário reúne relatos de trabalhadores do setor bancário que enfrentaram as consequências da maior tragédia climática já registrada no Rio Grande do Sul. A produção busca preservar as memórias dos impactos físicos e emocionais deixados pelas enchentes de maio de 2024, destacando histórias de perdas, solidariedade e resistência.

Após a exibição, haverá uma breve apresentação sobre os bastidores da produção e o processo de escuta das histórias que compõem o documentário.

“Marcas D’Água” – Histórias reais de dor, solidariedade e resistência dos bancários gaúchos nas enchentes de 2024

Encerrando a noite, será realizada a pré-inauguração do Armazém do Campo, no térreo da Casa dos Bancários. O restaurante será operado por integrantes do assentamento Integração Gaúcha, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), localizado em Eldorado do Sul (RS), uma das comunidades também afetadas pelas enchentes. A abertura oficial ao público está prevista para a próxima semana.

“Marcas D’Água” surge como uma iniciativa do SindBancários para registrar e refletir sobre as experiências dos bancários diante das enchentes de 2024, enfatizando a importância da memória coletiva e da solidariedade na reconstrução das vidas afetadas.

Editado por: Vivian Virissimo

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