'Abraço dos povos'

Documentário sobre Alba Movimentos estreia no Youtube nesta segunda (28), dia em que Chávez completaria 71 anos

‘Abrazo de los pueblos’ conta a história da articulação entre 200 organizações populares do continente americano

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Encontro em Caracas discutiu estratégias comuns frente à crise do capitalismo e à disputa ideológica na região
Encontro da Alba Movimentos em Caracas em julho discutiu estratégias frente à crise do capitalismo na região | Crédito: Divulgação/Alba

Nesta segunda-feira (28) a partir das 20h fica disponível no YouTube o documentário Abrazo de los pueblos, que retrata a história da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) Movimentos

Produzido pela Comuna Audiovisual com a Alba Movimentos, articulação que reúne cerca de 200 organizações de 25 países do continente americano, o filme estreia no dia em que Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela, completaria 71 anos.

Foi da mobilização impulsionada por Chávez e o cubano Fidel Castro contra o Área de Livre Comércio das Américas (Alca) que os Estados Unidos tentaram impor entre 1994 e 2005, que surge a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba). O braço desta articulação organizado a partir das organizações populares é esta que leva o mesmo nome, acrescido de Movimentos.

“A integração aqui não se assume como um tratado, mas como uma prática viva tecida entre organizações e comunidades, a partir da dor e da luta, mas também da esperança”, descreve nota de divulgação do filme. 

“Este documentário é um trabalho de muitos anos de compilação de arquivo e história da nossa articulação. Celebrar esse lançamento aos 71 anos do nascimento do comandante Hugo Chávez e em terras boliviarianas é uma alegria enorme”, declarou Florencia Abregú, da Alba Movimentos, durante evento em Caracas, na Venezuela. 

“Este trabalho fortalece a consciência e nos lembra por que estamos aqui, qual o caminho que dirige as nossas organizações, nossos movimentos. A ideia é que o documentário seja uma ferramenta de luta para os espaços de organização comunitária”, defendeu Abregú.

Editado por: Martina Medina

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