ARTE E CULTURA

No Recife, Caixa Cultural recebe show com diversidade sonora da região Guarani, neste sábado

Musicalidade da fronteira brasileira sobe ao palco no Recife Antigo; ingressos à venda por R$ 15 e R$ 30

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Espetáculo propõe uma fusão sonora com batidas de reggae, referências musicais de rock e polca, acompanhadas de rimas em guarani guiadas pelo som da viola

Na noite deste sábado (15), a Caixa Cultural Recife recebe um show que representa a diversidade sonora da fronteira entre a Bolívia, o Paraguai e o Mato Grosso do Sul, no Brasil. O “Fronteira Guarani” traz nomes consagrados na região. O rap indígena dos Brô MC’s, o reggae de Marina Peralta, a mpb de Alzira E., além do rock e o folk dos Hermanos Irmãos, acompanhados do vuoleiro Raphael Vital. Ingressos à venda na plataforma Sympla (compre aqui) pelos valores de R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira). A Caixa Cultural fica na avenida Alfredo Lisboa, nº 505, em frente ao Marco Zero, no Recife Antigo.

A direção musical do show é assinada por Marina Peralta, que propõe uma fusão sonora com batidas de reggae e outras referências musicais de rock e polca, acompanhadas de rimas em guarani guiadas pelo som da viola, resultando num espetáculo que traz a luta pela preservação do Pantanal e do Cerrado e a narrativa dos povos originários da região. A união dos artistas aposta na música como veículo de afirmação cultural, identidade e memória. O show tem patrocínio da Caixa e do Governo Federal.

Alzira E. iniciou sua carreira musical na década de 1970 e acumula composições e parcerias com nomes do porte de Ney Matogrosso, Itamar Assumpção e Zélia Duncan. O duo Hermanos Irmãos, formado por Jerry Espíndola e Rodrigo Teixeira, revisita clássicos regionais e explora a diversidade do território guaranítico que cruza as fronteiras de Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina. Marina Peralta, conhecida pelo hit Só agradece, une o ritmo nascido na jamaica à espiritualidade e consciência social. E os Brô MC’s trazem, com letras em português e guarani, a denúncia das violências históricas sofridas pelos Guarani Kaiowá.

Editado por: Vinicius Sobreira

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