Os Conselhos de Política Cultural fazem parte de uma lei federal que institui o Sistema Nacional de Cultura (SNC) e são fundamentais porque garantem a participação direta da sociedade na construção, fiscalização e aprimoramento das políticas públicas de cultura. É por meio deles que artistas, produtores, mestres, fazedores de cultura e gestores dialogam de forma democrática, definindo prioridades, monitorando investimentos, planejando ações e assegurando que a diversidade cultural seja respeitada e fortalecida. Esse espaço amplia a transparência, fortalece o controle social e contribui para que a cultura seja tratada como direito, e não como favor.
Nai Gomes representa um compromisso verdadeiro com a cultura paraibana. Sua trajetória mostra que ele não está apenas de passagem: ele faz parte dessa história e contribui para que ela siga crescendo de maneira mais justa e inclusiva.
Dentro da lógica do SNC, o Conselho de Política Cultural é o lugar onde a democracia cultural se materializa. É nesse espaço que diferentes segmentos – artistas, produtores, mestres da cultura popular, coletivos, comunidades tradicionais, gestores e pesquisadores – participam ativamente da definição das prioridades e do planejamento das ações culturais. O conselho funciona como um elo entre governo e sociedade civil, garantindo que as decisões não sejam tomadas de forma isolada, mas a partir de escutas, debates e pactuações coletivas.
Além disso, o Conselho fortalece a transparência nos investimentos públicos, acompanha a execução das políticas e assegura que a cultura seja reconhecida como um direito de todos. Ele amplia o controle social, permite que a população acompanhe e influencie a aplicação dos recursos e garante que a diversidade de expressões culturais seja reconhecida e protegida. Ao assegurar representatividade e participação plural, o conselho contribui para o fortalecimento das identidades culturais, para a democratização do acesso e para um desenvolvimento cultural mais justo, inclusivo e contínuo.
É justamente por compreender essa importância e defender a cultura como um direito que a candidatura de Nai Gomes se torna tão necessária. Nai não disputa esse espaço por vaidade ou visibilidade: ele o faz porque entende que o Conselho é o lugar estratégico onde as decisões que afetam profundamente a vida cultural da Paraíba são construídas. Sua trajetória, alinhada aos princípios de participação, diálogo e fortalecimento das políticas públicas, o coloca como uma representação coerente com o papel que o Conselho exige.
O Conselho de Política Cultural é o lugar onde a democracia cultural se materializa.
Nai Gomes é uma pessoa que construiu sua trajetória com muito cuidado, dedicação e amor pela cultura da Paraíba. Sua caminhada não começou agora: ela vem de muitos anos de envolvimento com artistas, mestres, grupos culturais e comunidades que mantêm viva a riqueza cultural do nosso estado.
Ao longo desse tempo, Nai sempre demonstrou um olhar sensível para as diferentes expressões culturais. Ele sabe ouvir, sabe acolher e entende que cada território tem sua própria força, sua própria memória e suas próprias necessidades. Essa capacidade de enxergar a cultura a partir das pessoas faz toda a diferença.
Nai também tem um compromisso firme com a defesa das políticas públicas culturais. Ele acredita que cultura é direito, e não favor. Por isso, sempre buscou fortalecer ações que garantem acesso, formação, diversidade e reconhecimento das tradições que formam nossa identidade paraibana.
Outro ponto importante é a forma coletiva como Nai trabalha. Ele não impõe caminhos; ele constrói junto. Gosta de dialogar, propor, ouvir diferentes opiniões e unir forças. Essa postura colaborativa fortalece a participação cultural e dá mais vida aos projetos que ele abraça.
Sua atuação constante faz com que Nai seja reconhecido não só pela experiência, mas também pela seriedade. Ele conhece as dificuldades enfrentadas pelos artistas e agentes culturais, mas também sabe valorizar as potencialidades de cada lugar. Isso traz confiança para quem caminha ao lado dele.
Além disso, Nai sempre defendeu que a cultura deve alcançar quem mais precisa. Não se trata apenas de grandes eventos, mas de criar oportunidades reais para que a população participe, aprenda, se reconheça e se sinta parte da construção cultural do estado.
Por tudo isso, acreditamos que o nome de Nai Gomes representa um compromisso verdadeiro com a cultura paraibana. Sua trajetória mostra que ele não está apenas de passagem: ele faz parte dessa história e contribui para que ela siga crescendo de maneira mais justa e inclusiva.
É com base nesse histórico de seriedade, dedicação e responsabilidade que declaramos o nosso apoio a Nai Gomes para o Consecult o Conselho de Política Cultural da Paraíba. Sua presença dentro do Conselho não é apenas simbólica: é estratégica para ampliar o diálogo, fortalecer a participação social e garantir que mais vozes e territórios sejam representados.
Nai não disputa esse espaço por vaidade ou visibilidade: ele o faz porque entende que o Conselho é o lugar estratégico onde as decisões que afetam profundamente a vida cultural da Paraíba.
Apoiar Nai Gomes é acreditar em uma cultura mais viva, plural e participativa. É apostar em alguém que conhece o chão, que trabalha com verdade e que tem compromisso com a transformação. Por isso, reafirmamos nosso apoio e desejamos que Nai continue contribuindo com sua força, sua sensibilidade e sua experiência.
Assinam:
Adeildo Vieira – Músico, compositor e jornalista
Buda Lira – Ator e gestor cultural paraibano
Givanildo M. da Silva (Giva) – Escritor, produtor cultural e atual presidente, pela sociedade civil, do Conselho de Política Cultural de João Pessoa
John Jerônimo – Produtor cultural
Jordy Lamarke – Conselheiro de cultura de João Pessoa pelo Fórum de Teatro
Noemi Paes Freire – Professora doutora em Geografia do município de Cabedelo
Inardson Luiz dos Santos Nascimento – Babalorixá da Egbé Omo Aladê Omi – João Pessoa/PB
Kennedy Costa – Músico, compositor e produtor cultural
Alexandre Santos – Gestor e produtor cultural
Viktor Makeba – Músico e produtor cultural
Jessyca Marins – Antropóloga, professora e produtora cultural
André Sarmento (Volta Seca) – Professor, capoeirista e conselheiro de cultura de João Pessoa pelo Fórum da Capoeira
Joy Pitz – Professora, atriz-bailarina e produtora cultural
Priscila Lima (Pri Witch) – Artista visual e produtora cultural
Rayssa Martins – Produtora cultural, escritora e diretora do Projeto Social Corrente do Bem
Gilson Renato de Oliveira – Jornalista
Fernanda Ferreira – Atriz, arte-educadora e contadora de histórias
Gabriel Moura – Produtor e gestor cultural
Marcelo de Sousa – Ator, professor e representante titular do Fórum de Teatro de João PessoaAssociação Folia de Rua
Bloco Anjo Azul
Bloco Confete & Serpentina
Bloco Tambiá Folia
Bloco Viúvas da Torre
Bloco da Sopa
Bloco Doido é Doido
Bloco do Pinguim
Bloco Raparigas de Chico
Bloco Peruas do Valentina
Bloco Galo do 13 de Maio
Bloco Bom Demais
Bloco Agitada Gang
Bloco da Saudade
Orquestra Pop Frevo
Orquestra AZDDJairo Pessoa – Produtor cultural e conselheiro tutelar
Bianca Nóbrega – Professora e produtora cultural
Sérgio Nóbrega – Psicólogo e produtor cultural
Ednamay Cirilo – Jornalista e produtora culturalCida Alves – Jornalista
Walter Santos – Jornalista e produtor cultural
Verônica Oliveira – Educadora popular e conselheira tutelar
Edilson Alves – Diretor de teatro e produtor cultural
Antonino Pinguim – Radialista e produtor cultural
Etelvina Maria – Produtora cultural
*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil de Fato.
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