COMBATE AO RACISMO

Caruaru recebe 1º Seminário de Povos e Comunidades Tradicionais do Agreste nesta sexta-feira (3)

Encontro reunirá representantes do poder público, lideranças de comunidades, profissionais da saúde e pesquisadores

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Encontro tem como tema "Corpos Negros e Espaços de Axé: Luta por Equidade, Visibilidade e Saúde Coletiva"
Encontro tem como tema “Corpos Negros e Espaços de Axé: Luta por Equidade, Visibilidade e Saúde Coletiva” | Crédito: Laiz Calado/SDJH

Caruaru sedia, nesta sexta-feira (3), das 9h às 16h, o 1º Seminário de Povos e Comunidades Tradicionais do Agreste, que será realizado no Auditório da Secretaria de Educação e Esportes de Caruaru (antiga FAFICA), localizada na Avenida Cícero José Dutra, s/n, no bairro Petrópolis. Com o tema “Corpos Negros e Espaços de Axé: Luta por Equidade, Visibilidade e Saúde Coletiva”, o encontro reunirá representantes do poder público, lideranças de comunidades tradicionais, profissionais da saúde, pesquisadores e integrantes da sociedade civil para discutir o enfrentamento ao racismo institucional e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da equidade racial.

Promovido pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, o seminário busca ampliar o diálogo entre diferentes setores da sociedade sobre os desafios enfrentados pelos povos e comunidades tradicionais, especialmente no acesso a direitos, à saúde e ao reconhecimento de seus territórios e saberes.

A programação pretende fortalecer a construção de políticas públicas intersetoriais, incentivando a participação de gestores de igualdade racial, membros de conselhos de políticas públicas, lideranças de comunidades de terreiro e tradicionais, trabalhadores da saúde, especialistas, pesquisadores e demais pessoas interessadas no tema.

O debate parte da compreensão de que o enfrentamento ao racismo institucional é um passo fundamental para garantir atendimento mais equitativo e políticas públicas capazes de responder às especificidades das populações negras e dos povos e comunidades tradicionais.

O seminário também propõe reflexões sobre a importância dos espaços de axé como locais de resistência, preservação cultural e promoção da saúde coletiva, valorizando o protagonismo dessas comunidades na construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária.

Editado por: Rostand Tiago

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