JORNADA EM REDE

Agroecologia como trincheira: novo episódio do Jornada em Rede debate a luta popular

Como a agroecologia fortalece a luta pela terra, os territórios e a organização popular?

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O décimo programa Jornada em Rede, girou em torno de uma pergunta central: como a agroecologia fortalece a luta pela terra, os territórios e a organização popular

Para responder, as convidadas que, a partir de realidades distintas, evidenciam o papel da agroecologia como prática de resistência e transformação. Bruna Zimpel, integrante da direção nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), explica por que a agroecologia está no centro da construção da Reforma Agrária Popular. Já Agostinha Vera Benites, indígena da Tekoha Pohã Renda, em Terra Roxa (PR), compartilha sua experiência com o quintal produtivo em seu território e os desafios de produzir alimentos saudáveis diante do avanço do agronegócio na região, seu cultivo é apoiado pelo projeto Opaná, da FLD (Fundação Luterana de Diaconia).

Além das entrevistas, o programa traz quadros especiais sobre os impactos da agroecologia na vida de famílias assentadas, a trajetória que tornou o Paraná referência na área e a relação histórica entre a luta popular e a Jornada de Agroecologia.

O Jornada em Rede é uma produção coletiva de comunicadoras e comunicadores populares, realizada em parceria com Brasil de Fato Paraná, MST, Núcleo de Comunicação e Educação Popular da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e Terra de Direitos.

A apresentação é de Franciele Petry Schramm, com operação de vídeo e áudio de Lucas Botelho e Murilo Bernardon. Os quadros especiais contam com a participação de Maria Fernanda Costa, Evelin Vitória Freitas, Camila Calaudiano e Leonardo Henrique dos Santos.

Editado por: Lucas Botelho

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