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Início Bem Viver Cultura

R$ 40 milhões

Governo Leite concede incentivos fiscais milionários a Aurora após casos de trabalho escravo

Vinícola teve adesão a programa estadual de incentivos aprovada depois que trabalhadores foram resgatados

22.set.2023 às 17h00
Porto Alegre
Redação

Governo chefiado por Eduardo Leite concedeu incentivos fiscais após divulgação sobre casos de trabalho escravo - Divulgação/Governo do RS

O Governo do Rio Grande do Sul, chefiado por Eduardo Leite (PSDB), concedeu incentivos fiscais de cerca de R$ 40 milhões à vinícola Aurora após o envolvimento da empresa no episódio em que mais de 200 pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão foram resgatadas na colheita da uva na serra gaúcha, em fevereiro deste ano.

A informação foi revelada em reportagem do Sul21, que destacou que o governo, através de programas como o Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem), havia concedido R$ 1,7 bilhão em incentivos a empresas nos seis primeiros meses deste ano, igualando o montante destinado às empresas em todo o ano de 2022.

No caso da Aurora, o benefício foi aprovado após a operação de resgate dos trabalhadores em situação análoga à escravidão. O valor de R$ 40 milhões concedido à empresa pode, na verdade, até ser maior, pois a Unidade de Incentivo do Fundopem (UIF), valor de referência, é recalculada a cada mês.

As duas outras vinícolas envolvidas no caso do resgate dos trabalhadores em situação análoga à escravidão também foram contempladas no programa, embora tenham tido os contratos assinados antes do episódio. A Garibaldi receberá incentivos de cerca de R$ 14 milhões, enquanto o valor dos incentivos destinados à Salton passa de R$ 17 milhões. No caso das três empresas, o prazo para recebimento dos benefícios é de 96 meses.

Para o deputado estadual Matheus Gomes (PSOL-RS), os contratos de benefícios fiscais com as vinícolas flagradas utilizando trabalho de pessoas em situação análoga à escravidão mostra que, para o governo gaúcho, "direitos humanos são respeitados apenas no discurso, e não na prática".

 

Quando Leite investe o dinheiro do povo nesse tipo de empresa ele dá dois recados:

1 – Direitos Humanos são respeitados apenas no discurso, e não na prática.
2 – Ele escolheu ignorar o trabalho da comissão de deputados que estudou o tema e apresentou propostas para o governo.

— Matheus Gomes (@matheuspggomes) September 21, 2023

 

Procurada pelo Sul21, a Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul (Sefaz) argumentou que os benefícios fiscais estão entre os principais instrumentos que os estados têm para fomentar o crescimento econômico e garantir a geração de empregos.

A Sefaz afirmou ainda que as revisões dos valores em insenções fiscais contam com anuência do poder Legislativo do estado. Afirmou também que o governo estadual está realizando debates sobre o tema, e que realizou um estudo que apresenta diagnóstico sobre os benefícios fiscais concedidos no estado. Além disso, apontou que o tema está sendo discutido nacionalmente, e que os incentivos fiscais devem ser encerrados até 2032.

Fonte: BdF Nacional


Editado por: Nicolau Soares
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