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órgão eleitoral

Brasil, Colômbia e México pedem que resultados das eleições da Venezuela sejam divulgados pelo CNE

Em novo comunicado, três países reforçam que o órgão eleitoral tem a responsabilidade de divulgar os resultados

09.ago.2024 às 00h46
Caracas (Venezuela)
Lorenzo Santiago

Maduro criticou Gonzáles nesta sexta-feira por não se comprometer a aceitar o resultado eleitoral - Federico PARRA / AFP

Os governos de Brasil, Colômbia e México emitiram uma nota nesta quinta-feira (8) pedindo que os resultados eleitorais da Venezuela não sejam divulgados pela Justiça do país, mas pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). O órgão é responsável por organizar as eleições venezuelanas e divulgou, em 28 de julho, a vitória de Nicolás Maduro para um terceiro mandato. 

O comunicado dos três países vem logo depois da judicialização do processo eleitoral do país. O CNE denunciou um ataque hacker que teria atrasado a contabilização dos votos e a divulgação dos resultados detalhados por mesa eleitoral. 

O presidente Nicolás Maduro foi à Justiça e apresentou um recurso pedindo para que a Sala Eleitoral do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) investigue os supostos ataques hackers contra o sistema eleitoral venezuelano. A Justiça então deu 72 horas para que o CNE apresentasse o material eleitoral, inclusive as atas de cada urna. O órgão levou ao TSJ todo o material recolhido no dia da eleição e também entregou o que seriam as provas do ataque cibernético. Tudo isso está sob análise do Judiciário.

Na nota, Brasil, México e Colômbia afirmam que "partem da premissa de que o CNE é o órgão a que corresponde, por mandato legal, a divulgação transparente dos resultados eleitorais". O comunicado reforça outro texto divulgado por esses países na semana passada, que pedia a divulgação de dados por mesa de votação nas eleições. 

No novo texto, os três governos falam também que é preciso que os atores políticos e sociais do país tenham "máxima cautela e moderação" em eventos públicos e afirmam que vão continuar mantendo um contato "no mais alto nível". 

Na última sexta-feira, Nicolás Maduro havia elogiado a iniciativa conjunta de Brasil, México e Colômbia para solucionar a crise que envolveu o país. O presidente reeleito respondeu ao questionamento da reportagem do Brasil de Fato em coletiva de imprensa e disse que o comunicado dos três países foi "muito bom".

Oposição contesta

Os resultados das eleições foram questionados pela oposição de extrema direita da Venezuela. O grupo liderado por María Corina Machado diz ter acesso a 70% das atas eleitorais – documentos produzidos por cada uma das cerca de 30 mil seções de votação – que comprovariam a vitória do candidato de oposição Edmundo González.

Os opositores de Maduro divulgaram em dois sites uma suposta lista das atas eleitorais. Em um deles, o usuário digitava o seu documento de identidade e aparecia supostamente a ata eleitoral da mesa que aquele usuário votou. No outro, havia um compilado com os dados de todas as atas que a oposição afirmava ter. 

Mas eles não publicaram a relação completa das atas na Justiça venezuelana e nem entraram com processo pedindo a revisão ou a impugnação dos resultados eleitorais. Corina disse que seu candidato, Edmundo González, ganhou o pleito por larga margem, 70% a 30% de Maduro.

Depois do processo movido por Maduro, a Justiça convocou todos os candidatos para prestarem esclarecimento sobre as eleições do país. Edmundo González Urrutia não se apresentou ao TSJ e enviou como representante o governador de Zulia, Manuel Rosales. Em discurso depois da seção, Rosales disse que a oposição "não precisa entregar nada" e exigiu a entrega das atas eleitorais pelo CNE.

Nesse meio tempo, o candidato derrotado nas eleições publicou nota nas redes sociais pedindo que militares do país "desobedeçam ordens" e "respeitem o resultado das eleições". No texto, Edmundo González autoproclama presidente da Venezuela.  

EUA observam

O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Matthew Miller, afirmou na segunda-feira (5) que o país não reconhece o ex-embaixador Edmundo González Urrutia como presidente da Venezuela. 

Segundo Milller, o governo estadunidense "ainda não chegou no ponto" de reconhecer uma vitória de Edmundo e afirmou que os EUA mantêm contato com Brasil, México e Colômbia "para encontrar um caminho" para a situação. A declaração do porta-voz contraria um comunicado do próprio Departamento de Estado publicado na última semana. Sem apresentar provas, os Estados Unidos afirmaram que o candidato da Plataforma Unitária recebeu mais votos na eleição presidencial.

"Dadas as evidências esmagadoras, está claro para os Estados Unidos e, mais importante, para o povo venezuelano, que Edmundo González Urrutia teve o maior número de votos nas eleições de 28 de julho na Venezuela", disse o secretário de Estado Antony Blinken.

Segundo o governo estadunidense, a ideia é coordenar uma saída pacífica para a situação a partir da mediação com esses países.

Editado por: Thalita Pires
Tags: caracasmaria corina machadonicolas madurovenezuela
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