Mostrar Menu
Brasil de Fato
ENGLISH
Ouça a Rádio BdF
  • Apoie
  • Nacional
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
  • |
  • Cultura
  • Opinião
  • Esportes
  • Cidades
  • Política
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Mostrar Menu
Brasil de Fato
  • Apoie
  • TV BDF
  • RÁDIO BRASIL DE FATO
    • Radioagência
    • Podcasts
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
Mostrar Menu
Ouça a Rádio BdF
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Brasil de Fato
Início Cidades

Infraestrutura

Movimentos criticam canalização do Ribeirão da Onça, em BH (MG)

Para ativistas, a obra, que é estimada em mais de R$ 200 milhões, não resolve problema das enchentes

29.jan.2018 às 15h33
Belo Horizonte (MG)
Raíssa Lopes
Ribeirão da Onça começa em Contagem, região metropolitana da capital mineira, e deságua no Rio das Velhas

Ribeirão da Onça começa em Contagem, região metropolitana da capital mineira, e deságua no Rio das Velhas - Divulgação/Comupra

A Prefeitura de Belo Horizonte  anunciou um pacote de obras de infraestrutura para prevenção de enchentes. No planejamento, estão programadas mudanças para o Ribeirão da Onça, que começa em Contagem, região metropolitana da capital, e deságua no Rio das Velhas. 
De acordo com a PBH, o que está previsto para o local é a canalização em parede diafragma, ou seja, uma parede de concreto armado que funciona para conter as águas. A alteração, para o Executivo do município, auxiliaria na redução dos riscos das enchentes na área da avenida Cristiano Machado e dos bairros Belmonte, Ouro Minas, Ribeiro de Abreu e Novo Aarão Reis. O valor da obra está estimado em R$ 212.960.867,46 milhões e ela duraria 1020 dias.
A decisão, no entanto, contraria análises de ambientalistas e também de movimentos que lutam pela manutenção e limpeza do ribeirão. Para o idealizador do projeto Manuelzão, Apolo Heringer Lisboa, a canalização não é uma solução para o problema, mas sim um dos motivos que contribuem para a ocorrência de inundações, já que esse tipo de empreendimento faria com que a violência das águas aumentasse.
“É o movimento de fazer com que um rio cheio de curva, parecendo uma cobra, se pareça com uma régua. Eles utilizam esse rio reto para construir vias para transporte. Mas a curva do rio não está lá à toa, ela diminui a velocidade da água. Às vezes, a canalização pode resolver o problema de um bairro por dois, três anos, mas é jogar o problema adiante”, esclarece o especialista. A aceleração ocasionaria, ainda, a morte da vegetação e de animais.
Para Apolo, um modelo de cidade que gera conflito entre a ocupação urbana e a natureza estaria fadado ao fracasso. No caso do Ribeirão do Onça, ele defende que a cachoeira que compõe o lugar seja tratada e tenha o esgoto retirado. “Temos que deixar o rio reviver, cuidar da nascente, manter como era naturalmente: um local para as pessoas nadarem”, afirma. 
Cidade para as pessoas
A sugestão é justamente o que deseja o movimento Deixe A Onça Beber Água Limpa, que existe há aproximadamente 14 anos. Um dos integrantes, Márcio Lima, conta que todo o esforço é para que a prefeitura dê vida ao Parque Linear do Ribeirão da Onça, de mais ou menos 
5,5 km, com áreas verdes, de lazer, convivência, cachoeira e praia de água doce. “A administração municipal precisa reconhecer que se lá é uma área de ocupação desordenada e com muito esgoto na água não é culpa do rio, mas da má engenharia”, declara ele, que assegura que o movimento irá lutar contra a canalização.
 

Editado por: Joana Tavares
Tags: águaradioagência
loader
BdF Newsletter
Escolha as listas que deseja assinar*
BdF Editorial: Resumo semanal de notícias com viés editorial.
Ponto: Análises do Instituto Front, toda sexta.
WHIB: Notícias do Brasil em inglês, com visão popular.
Li e concordo com os termos de uso e política de privacidade.

Veja mais

DENÚNCIA

Relatório aponta contradições em ‘lítio verde’ da Sigma Lithium financiado pelo BNDES em MG

SUS

Vacina do HPV avança no público-alvo, mas precisa resgatar mais velhos

propina por remédios

Argentina: escândalo de corrupção no governo Milei impacta intenções de voto no início das eleições regionais

CINEMA

‘Cine Paraopeba’ leva narrativas de atingidos de Brumadinho à capital mineira

crime de estado

Dez pessoas, entre elas duas crianças, morrem de fome em 24h, mas Israel nega desnutrição em Gaza

  • Quem Somos
  • Publicidade
  • Contato
  • Newsletters
  • Política de Privacidade
  • Política
  • Internacional
  • Direitos
  • Bem Viver
  • Socioambiental
  • Opinião
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Sul

Todos os conteúdos de produção exclusiva e de autoria editorial do Brasil de Fato podem ser reproduzidos, desde que não sejam alterados e que se deem os devidos créditos.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Apoie
  • TV BDF
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
  • Rádio Brasil De Fato
    • Radioagência
    • Podcasts
    • Seja Parceiro
    • Programação
  • Política
    • Eleições
  • Internacional
  • Direitos
    • Direitos Humanos
  • Bem Viver
    • Agroecologia
    • Cultura
  • Opinião
  • DOC BDF
  • Brasil
  • Cidades
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entrevistas
  • Especial
  • Esportes
  • Geral
  • Saúde
  • Segurança Pública
  • Socioambiental
  • Transporte
  • Correspondentes
    • Sahel
    • EUA
    • Venezuela
  • English
    • Brazil
    • BRICS
    • Climate
    • Culture
    • Interviews
    • Opinion
    • Politics
    • Struggles

Todos os conteúdos de produção exclusiva e de autoria editorial do Brasil de Fato podem ser reproduzidos, desde que não sejam alterados e que se deem os devidos créditos.