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RESISTÊNCIA

Seminário “Arte, Memória, Verdade e Justiça” discute golpe de 64 no Rio de Janeiro

O evento acontece durante esta quinta-feira (28) no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, no centro da cidade

27.mar.2019 às 18h48
Atualizado em 01.fev.2020 às 18h48
Rio de Janeiro (RJ)
Agência Andante
Entre as atividades do evento, está uma exposição de cartazes da Anistia e documentos censurados durante o regime ditatorial

Entre as atividades do evento, está uma exposição de cartazes da Anistia e documentos censurados durante o regime ditatorial - Divulgação

A cultura foi trincheira fundamental na luta pelo fim da ditadura, quando artistas tiveram sua liberdade de expressão sistematicamente cerceada. Vigiados de perto, quando não eram presos, tinham de prestar longos depoimentos e viam suas obras proibidas. Por vezes, incineradas em fornos industriais. A perseguição, no entanto, foi combustível para muitos deles.

Nesta quinta-feira (28), a poucos dias do 55º aniversário do golpe militar, o seminário "Arte, Memória, Verdade e Justiça" reúne importantes nomes desse campo para debater a contribuição de suas inspirações para o fim do regime e a luta por memória. O evento, que conta com uma exposição de cartazes da Anistia e documentos censurados, acontece no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, no Centro do Rio de Janeiro, a partir das 9h30. 

O seminário é resultado da parceria entre o Instituto de Antropologia de Córdoba (UNC/CONICET) e o Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE/UFRJ), com o objetivo revisitar a ditadura e estimular a construção de memória a partir de conversas com representantes de diferentes expressões artísticas, além de pesquisadores e ativistas de memória, verdade e justiça. Entre os convidados estão a renomada artista plástica Anna Bela Geiger, o escritor Bernardo Kucinski e o precursor do movimento Black Rio, Dom Filó.

A última mesa do evento contará, ainda, com a exibição de um trecho da peça "K – Relatos de uma busca". Dirigida por Jitman Vibranovski, a montagem é inspirada no livro de Kucinski, que narra a busca de seu pai pela filha desaparecida durante a ditadura. A participação do escritor no evento ganha relevância ainda maior no momento em que o presidente Jair Bolsonaro ordenou às Forças Armadas que comemorem o golpe de 1964.

“Esse fato reforça o quanto é importante falar sobre memória. Vale lembrar que o seminário acontece no dia 28 de março, data de assassinato do estudante secundarista Edson Luís. Existe um pleito para transformá-la em Dia Estadual da Memória, Verdade e Justiça”, afirma Felipe Magaldi, pesquisador do Instituto de Antropologia de Córdoba.

Além dos debates, o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica também irá abrigar uma exposição alinhada ao seminário. Serão exibidos cartazes de resistência feitos no Brasil durante o período de abertura do regime, além de produções internacionais de solidariedade ao país no período. Documentos que registram a censura de obras importantes da produção cultural brasileira também integram a mostra.

Confira a programação completa:

Editado por: Mariana Pitasse
Tags: 1964ditaduragolpe
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