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Entenda

O que significa a presença de uma nova variante do coronavírus no Brasil?

XFG ou stratus se espalha rápido pelo mundo, mas ainda não há estudos que sinalizem maior gravidade ou letalidade

08.jul.2025 às 18h15
Atualizado em 09.jul.2025 às 02h28
São Paulo (SP)
Nara Lacerda
Vacinação

Imunização ainda é a medida mais recomendada para combate à covid-19 - Paulo Pinto/Agência Brasil

O Ministério da Saúde confirmou a presença de uma nova variante do coronavírus em território nacional com registro de pelo menos oito casos até o momento. Batizada de XFG e também conhecida como stratus, a cepa foi identificada no Ceará e em São Paulo entre o fim de maio e o início de junho.

Nenhum óbito associado à mutação foi notificado ou oficializado no Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também informa que ainda há poucos estudos para determinar se ela se propaga com mais facilidade ou causa sintomas mais graves.

O que a entidade tem certeza é de que houve aumento de casos relacionados à variante em diversas regiões do planeta nas últimas semanas. Segundo boletim da OMS, até o fim de junho, a XFG já estava presente em quase 40 nações.

A entidade observou a escalada da presença da variante em diversos estudos genéticos sobre o coronavírus. A alta foi identificada na Região do Pacífico Ocidental (que inclui Oceania e partes da Ásia), nas Américas e no continente Europeu. Na Índia e no Reino Unido, a nova cepa já é predominante.

Ainda assim, a organização considera o risco adicional para a saúde pública global baixo. Isso porque não foram identificados casos mais graves e alta de internações, mesmo nos relatos de aumentos simultâneos de novas infecções e hospitalizações em alguns países do Sudeste Asiático.

Embora ainda não haja registros de aumento na letalidade da covid-19 associados à mutação, a organização esclarece que os estudos sobre a nova cepa ainda são limitados e recomenda que as nações “priorizem ações específicas para abordar melhor as incertezas relacionadas à evasão de anticorpos e à gravidade da XFG.”

Não há, por exemplo, nenhum estudo sobre o impacto da nova cepa nos desfechos clínicos da covid-19. A OMS também alerta que a notificação de dados sobre casos graves tem diminuído substancialmente, o que exige cautela na interpretação de tendências.

Também faltam pesquisas sobre os riscos de a variante escapar da proteção de anticorpos, a chamada evasão imunológica. Até agora, somente um levantamento se debruçou sobre essa questão, com amostras de sangue de apenas dois grupos específicos.

A pesquisa, conduzida na Universidade de Pequim e publicada na revista científica internacional The Lancet , notou que a cepa tem mutações na proteína Spike, que pode ser considerada a “ferramenta” usada pelo vírus para invadir as células e escapar das defesas do corpo. 

Em laboratório, anticorpos de pessoas previamente infectadas neutralizaram a XFG com menos eficácia em comparação a outras variantes. O relato dos pesquisadores Chineses também aponta que a XFG teve “propagação global rápida, após a detecção inicial no Canadá”.

Apesar da forte evasão imune observada na pesquisa, a OMS alerta que é preciso ampliar essas observações para grupos maiores a fim de uma conclusão mais abrangente e certeira. A organização também reafirma a eficácia das vacinas disponíveis para evitar casos graves e óbitos. 

Tanto a entidade quanto o Ministério da Saúde mantém a recomendação de imunização como principal instrumento para combate à covid-19 e alertam que a baixa procura pela vacina pode ampliar a propagação. 

Além disso, a já conhecida etiqueta respiratória, que se tornou comum ao longo da pandemia, segue valendo. Quem apresentar sintomas deve ficar em casa, se possível, e o uso de máscara é recomendado em locais fechados.

Editado por: Nicolau Soares
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