Carlos Castelo

Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo.

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço: a frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado. A coluna também publica crônicas — histórias compactas e irônicas que vêm, cutucam e partem.

Daqui a pouco, o presidente falará em cadeia. Por enquanto, de televisão

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“Não basta ser um mau presidente, ainda é um presidente mau” | Crédito: Fonte: https://www.friedmanfineart.net/old-historical-photographs-chicago/

Não custa lembrar: na palavra vacinação tem a palavra ação

Frases Desfeitas, a coluna dos aforismos, um dos mais ilustres gêneros literários. Frase curta, a tirada de espírito, cheia de agudeza e ironia.

Daqui a pouco, o presidente falará em cadeia. Por enquanto, de televisão.

Falta de juízo de um, juízo final para todos.

Kassio com K tem um quê de quiabo.

Esse ano vou pedir ao Papai Noel um habitat novo.

Eram outros tempos. Vivia-se até.

Hoje estou mais negativo que um pêndulo.

Um império pode desabar em minutos. Ou lentamente, como o Brasil, que vem despencando há 500 anos.

Quando faltam vacinas sobram lágrimas.

De grandioso em nossa economia só o dólar.

Não custa lembrar: na palavra vacinação tem a palavra ação.

Dar bom dia atualmente virou ironia.

Não basta ser um mau presidente, ainda é um presidente mau.

Nosso maior problema é o sanitário: desde 1500 usam e não dão descarga.

Quando um negacionista se vacina contra covid, depois pede perdão a Deus, ele é absolvido?

O Brasil não é o cemitério do mundo. Seria se fizesse parte do mundo.

* Este é um artigo de opinião. A visão do autor não necessariamente expressa a linha editorial do jornal Brasil de Fato.

Editado por: Katia Marko

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