Carlos Castelo

Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo.

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço: a frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado. A coluna também publica crônicas — histórias compactas e irônicas que vêm, cutucam e partem.

10 coisas que podem acontecer a Bananinha, caso Trump descubra suas mentiras

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Bananinha vira monumento em frente ao Capitólio, com uma placa: 'Aqui jaz o homem que tentou mentir para mim'

Casteladas, a coluna de aforismos e pensamentos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta – ou o fragmento – de alegria instantânea, a serviço do humor.

Deportação para Marte – Trump anuncia em rede social que Eduardo será o primeiro a inaugurar o muro espacial, acompanhado de um foguete emprestado da SpaceX.

Exílio Laranja – Eduardo é condenado a viver numa realidade paralela onde tudo é feito de tonalidades alaranjadas, incluindo suco de laranja, pôr-do-sol e até cenouras.

Mudança compulsória de nome – Um decreto pessoal de Trump o obriga a trocar de nome para “Ed Wonderful, the Fake News Guy”, com direito a crachá vitalício.

Reality show forçado – Eduardo vira protagonista de um programa chamado Apprentice: Revenge Edition, no qual precisa agradar Trump cozinhando hambúrgueres com ketchup em todas as refeições.

Exílio na Trump Tower – Confinado no 147º andar, Eduardo só pode sair se decorar todos os discursos de campanha trumpista de 2016 de trás para frente.

Perseguição por advogados – Um batalhão de 327 advogados com gravatas vermelhas o segue até mesmo à padaria da esquina, só para protocolar intimações.

Bloqueio no X – O pior castigo: Trump o bloqueia no X, mas continua mandando indiretas enigmáticas sobre “a very, very dishonest Brazilian”.

Muro portátil – Eduardo passa a carregar uma réplica de muro mexicano nas costas, como penitência.

Estátua de exemplo negativo – Bananinha vira monumento em frente ao Capitólio, com uma placa: “Aqui jaz o homem que tentou mentir para mim”.

Transformação em bordão – O nome Bananinha vira expressão internacional, usada para designar qualquer mentira mal contada: “Isso foi uma verdadeira Bananinha!”.

*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

Editado por: Vivian Virissimo

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