Carlos Castelo

Carlos Castelo é cronista, escrevinhador e sócio-fundador do grupo de humor Língua de Trapo.

Casteladas, a coluna dos aforismos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço: a frase curta, de alegria instantânea, a serviço do humor refinado. A coluna também publica crônicas — histórias compactas e irônicas que vêm, cutucam e partem.

Quem muda pena é ave e Congresso não é galinheiro

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Quem muda pena é ave e Congresso não é galinheiro
Quem muda pena é ave e Congresso não é galinheiro | Crédito: Freepik

Quando a lei deixa de se impor, nasce a impunidade. Quando a impunidade se impõe, nasce o Congresso

Casteladas, a coluna de aforismos e pensamentos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta – ou o fragmento – de alegria instantânea, a serviço do humor.

O conceito de vergonha nacional acaba de ser atualizado.

Quem muda pena é ave e Congresso não é galinheiro.

Hugo Mitto. Filhote de Bolsonaro.

A moral é o disfarce que a hipocrisia veste para jantar fora.

A evolução das espécies foi interrompida pelo smartphone.

A justiça tarda, falha e ainda ganha convite para a Festa da Cueca.

Não adianta chorar sobre o soluço escapado.

A maturidade chega quando você percebe que podia ter ficado quieto.

A diferença entre a caneta Montblanc e a Mounjaro é que a primeira emagrece o bolso; a segunda emagrece o resto.

A vida não vem com manual, mas algumas pessoas claramente pularam até o folheto de instruções básicas.

Melhor morrer de amor do que viver de boletos.

Foi caçar confusão com a Constituição, acabou caçando palavra na cadeia.

Quando a lei deixa de se impor, nasce a impunidade. Quando a impunidade se impõe, nasce o Congresso.

Viver é arrumar as malas para ir a lugar nenhum.

Bolsonaro não é alimento industrializado, mas também é ultraprocessado.

*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

Editado por: Vivian Virissimo

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