Casteladas, a coluna de aforismos e pensamentos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta – ou o fragmento – de alegria instantânea, a serviço do humor.
O conceito de vergonha nacional acaba de ser atualizado.
Quem muda pena é ave e Congresso não é galinheiro.
Hugo Mitto. Filhote de Bolsonaro.
A moral é o disfarce que a hipocrisia veste para jantar fora.
A evolução das espécies foi interrompida pelo smartphone.
A justiça tarda, falha e ainda ganha convite para a Festa da Cueca.
Não adianta chorar sobre o soluço escapado.
A maturidade chega quando você percebe que podia ter ficado quieto.
A diferença entre a caneta Montblanc e a Mounjaro é que a primeira emagrece o bolso; a segunda emagrece o resto.
A vida não vem com manual, mas algumas pessoas claramente pularam até o folheto de instruções básicas.
Melhor morrer de amor do que viver de boletos.
Foi caçar confusão com a Constituição, acabou caçando palavra na cadeia.
Quando a lei deixa de se impor, nasce a impunidade. Quando a impunidade se impõe, nasce o Congresso.
Viver é arrumar as malas para ir a lugar nenhum.
Bolsonaro não é alimento industrializado, mas também é ultraprocessado.
*Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

